terça-feira, 28 de junho de 2011

Acadêmicos de Letras participam da 14ª JELL

Alunos do Campus Realeza da UFFS estiveram na Jornada Nacional de
Estudos Linguísticos e Literários promovido pela UNIOESTE

Alunos do Campus Realeza da UFFS estiveram na Jornada
Nacional de Estudos Linguísticos e Literários promovido
pela UNIOESTE

 Por Marina Maria Rodrigues 
Pelo segundo ano, o Curso de Letras da UFFS - Realeza participa da Jornada Nacional de Estudo Linguísticos e Literários – JELL, que ocorreu nos dias 15, 16, 17 e 18 de Junho e foi promovido pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) – Campus de Marechal Cândido Rondon. O tema desta 14ª edição da Jell foi “As línguas em diálogo – perspectivas e desafios da atualidade”, trazendo em sua programação conferências, oficinas, mesas redondas e sessões de comunicação oral.

Com o incentivo da Universidade, que cedeu o transporte e o auxílio alimentação, onze alunos puderam participar do evento todo, que durou quatro dias. Nos dias 17 e 18, mais sete alunos foram a Marechal para participarem do evento.

Em conversa com o Comunica, a acadêmica da 3ª faze, Daize Raquel Pereira, afirma que o incentivo recebido pela UFFS foi de grande valia: “O incentivo que recebemos e o apoio para que houvesse a participação dos acadêmicos foi muito importante, pois assim tive a chance de participar da JELL, a qual achei muito interessante. O evento é muito bem organizado, percebi o empenho dos acadêmicos da Unioeste para o bom andamento do evento, que foi de grande valia e crescimento intelectual”.

 O evento foi uma ótima oportunidade de interação entre as instituições UFFS e UNIOESTE. Pois além da participação dos acadêmicos como ouvinte, a JELL foi uma ótima oportunidade para a apresentação de trabalhos. As acadêmicas da 3ª fase de Letras, Marina Maria Rodrigues e Patrícia dos Santos, apresentaram a comunicação “Comunica: Laboratório de Produção Textual”.

 O professor coordenador do Curso de Letras da UFFS, Clóvis Alencar Butzge, e a Profa. Ms. Luciana Vinhas, também aproveitaram essa oportunidade para apresentar seus trabalhos. O Prof. Clóvis participou da mesa redonda “Estudos sobre comunidade de fala (inter) culturais e linguísticos” e a Prof. Luciana apresentou a comunicação “O trabalho com o sentido na escola pelo viés da Análise do Discurso”.

O Comunica conversou com o acadêmico Ricardo Schwaab, que está cursando Letras na UNIOESTE – Campus de Foz do Iguaçu, sobre a importância da participação de graduandos em jornadas de estudos, ainda mais com abrangência nacional como a JELL: “É excelente e muito motivador para quem está no meio acadêmico poder participar de eventos como este, que nos propicia reencontrar antigos colegas, conhecer pessoas novas, participar de um evento com atividades relevantes para a graduação e trocar experiências de pesquisa”.

Além das experiências acadêmicas, alunos de ambas instituições puderam trocar experiências sobre o dia a dia, a realidade entre as universidades, o que é muito importante no meio acadêmico. A ocasião também foi favorável para a divulgação da UFFS e da primeira Semana Acadêmica de Letras que irá acontecer em outubro no Campus Realeza. 

Comunica recebe: Fernando Huttel e Eduardo de Almeida

Novos servidores da UFFS esperam pelo breve desenvolvimento da universidade

Por Vanessa Pagno

Nessa edição, o Comunica conversou com dois novos funcionários da UFFS campus Realeza, Fernando Huttel, que é auxiliar de administração e trabalha na biblioteca da universidade, e o professor Dr. Eduardo de Almeida, que é professor de Física. Ambos chegaram recentemente na universidade e comentaram como está sendo trabalhar na UFFS/Realeza.

Fernando contou ao Comunica que sua intenção era realmente trabalhar na UFFS, por ser perto de casa. “Eu passei em um concurso na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) de Francisco Beltrão, mas por morar em Realeza, especificamente para trabalhar perto de casa, tentei uma redistribuição para a UFFS campus de Realeza”.

De acordo com Fernando, a Universidade atende às suas expectativas, pois já se adaptou em seu trabalho tendo uma ótima relação com os demais colegas de profissão: “estou gostando muito de trabalhar na Universidade e já me adaptei em meu trabalho”, completou destacando que sua relação com os acadêmicos não é tão próxima, pois só os vê no serviço, porém sua relação com os colegas de trabalho é excelente.

Fernando ainda salienta que apesar de a UFFS ser uma universidade nova, ela está bem estruturada. Ainda considera que sua biblioteca é bem montada, é grande e disponibiliza aos acadêmicos e professores da universidade uma boa variedade de livros.

Já o professor Dr. Eduardo contou ao Comunica que há cerca de um mês veio para a UFFS, juntamente com sua esposa, Viviane de Almeida, pois ambos estavam concursados em outras universidades, mas decidiram pedir transferência para a UFFS: “Eu sou de Londrina-PR (Paraná) e escolhi Realeza pela oportunidade de ficar junto de minha esposa, pois nós estávamos concursados em outras universidades, eu na UTFPR de Pato Branco e ela na UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso) de Três Lagoas. Para que pudéssemos ficar juntos, pedimos transferência para cá, porém ela ainda não tomou posse de seu cargo na universidade”.

Eduardo é professor de Física, porém devido ao pouco tempo em que se encontra em Realeza e pelo fato de o semestre estar acabando, ainda não trabalha com nenhuma turma de nenhum curso da Universidade, mas destaca que no próximo semestre trabalhará. Ele comenta que, por enquanto, seu relacionamento com os alunos é restrito, já seu relacionamento com seus colegas trabalho é bom.

O professor salientou ainda que apesar do pouco tempo que está em Realeza, está gostando muito de trabalhar aqui e espera que a Universidade cresça e que o campus permanente seja construído rapidamente.

À medida que a universidade vai se desenvolvendo, novos funcionários vão sendo contratados e a família UFFS ganha novos membros. Esses membros se inserem no cotidiano dessa universidade porque acreditam nela, querem que ela cresça e estão dispostos a contribuir no que for preciso e é claro que sempre serão bem recebidos.

DE CARA NA UFFS

                                                                                    Arquivo Pessoal


Por Will Cândido

Nome: Joseane Carla Schabarum

Idade: 19 anos

Acadêmica da 3ª Fase do Curso de Nutrição.

Bolsista do projeto: Estudos Orientados Coordenado pelos Professores Anibal Guedes e Neide Moura

Relacionamento: Solteira

Uma frase: “A verdadeira maneira de se enganar é julgar-se mais sabido que outros.” (François de La Rochefoucauld)

Uma música: Amor pra recomeçar - Frejat

Um livro: A Sombra do Vento - (Carlos Ruiz Zafón)

Um filme: ‘Cisne Negro’

Um ídolo: Meu Pai

Um hobby: Jogar futsal

Veio de: Saudades - SC

Uma palavra: Criatividade

O melhor da UFFS é: “A experiência que se adquire, as amizades que se conquista e os sonhos que se concretizam”.
Por que a UFFS?
 “Porque surgiu como uma oportunidade única para mim, a minha chance de fazer uma faculdade federal... Não pensei duas vezes e vim”.

O que está achando da UFFS?
“Acho os professores e a galera demais. A política de ensino é muito boa. Quanto à estrutura, tenho certeza de que se concretizará”.

UPE realiza congresso e conta com boa representação estudantil

                                                                                                                           www.upepr.blogspot.com
 Estudantes paranaenses reunidos na plenária final, ocorrida no domingo (19/06).

Por Jéssica Pauletti (Ciências/UFFS)

Cerca de 400 estudantes de faculdades particulares e universidade estaduais e federais do Estado do Paraná estiveram reunidos na cidade de Londrina, nos dias 18 e 19 de junho no 43° Congresso da União Paranaense dos Estudantes (CONUPE). Os grupos de discussão foram concentrados na Universidade Estadual de Londrina (UEL), na oportunidade os estudantes paranaenses tiveram a possibilidade de debater temas como movimento estudantil, educação brasileira, conjuntura política, comunicação, meio ambiente entre outros.

Dentre as discussões, prevaleceu o debate relacionado com a necessidade de melhorar a educação e ajudar o Brasil a se tornar uma nação mais próspera. Os estudantes querem que o ensino, seja na área privada ou pública, vise proporcionar uma reflexão sobre os interesses do Estado, que possibilite uma integração com a comunidade e que atenda as demandas do povo.

Além dos debates, houve também a eleição da nova diretoria da União Paranaense dos Estudantes (UPE) para os próximos dois anos. As resoluções das discussões serão defendidas pela nova gestão que será comandada por Rafael Bogoni, estudante de História da UFPR e de Administração da Faculdade Camões, sediada em Curitiba-PR. Junto com ele, outros estudantes do Estado também atuarão na diretoria, foram cerca de 165 delegados que votaram na chapa “UPE na Rua” que também tem o apoio de outras correntes como o “Movimento Mudança”, “Kizomba” entre outros.

A bandeira que se seguiu nesse congresso é do movimento “Transformar o sonho em realidade”, que será levado ao 52° Congresso da União Nacional dos Estudantes em Goiânia no próximo mês. E tudo que for aprovado nessa oportunidade será levado ao Congresso Federal em forma de propostas para serem implementadas no Plano Nacional de Educação (PNE), que está em discussão por todo o Brasil.

Esse movimento busca fazer as pessoas, e principalmente os jovens estudantes, a saírem do sonho e garantir ao povo os direitos de acesso à educação, saúde, cultura. De acordo com os princípios desse movimento, para quem não foge à luta, esses são passos que os fazem caminhar rumo à construção de um país diferente, soberano, com desenvolvimento sustentável e distribuição de renda.
Algumas propostas do movimento “Transformar o sonho em realidade” são:
  • Ampliar progressivamente o investimento público em educação, iniciando com a aplicação de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) de forma imediata e de 10% até 2014.
  • Lutar pelos 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a educação no PNE. Recursos que ajudarão atingir os 10% do PIB.
  • Aprimorar ENEM-SISU, através do diálogo das universidades e entidades educacionais com o governo. 
Para falar mais sobre o congresso da UPE, o Comunica conversou com Lorena Dantas Abrami, acadêmica do 2º Ano de Serviço Social e que faz parte da Gestão Fraternidade Estudantil do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Ela nos conta que é importante participar dos eventos promovidos pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Estadual dos Estudantes (UEE's), pois servem para fomentar os debates, para conhecer mais de perto a realidade das outras universidades e faculdades que estão no evento reunidas, com o mesmo ideal, que é fazer um movimento estudantil sólido lutando sempre por uma educação de qualidade. Lorena destaca que a importância desses congressos está principalmente no diálogo, na troca de informação e de ideias, de posicionamentos, só que tudo só será relevante se isso for trazido para dentro de cada universidade e faculdade ali representada.
Quando questionada sobre como vê o movimento estudantil de hoje, ela aponta que o movimento estudantil está fragmentado em coletivos, com vinculações partidárias e isso, muitas vezes, pode gerar boas ou más alianças. Além dele estar fragmentado nessas forças, também é pequeno interesse do estudante em ser, de fato, representado pela UNE, pelas UEE's de seus estados, pelo seu DCE, seu CA ou DA. Ela afirma que “muitos não entendem essa conjuntura, é um aspecto, que eu diria, até cultural do brasileiro, não se interessar por política, e essa realidade precisa começar a mudar... Estamos atrasados!”.
Para mudar a realidade, Lorena Abrami acredita que é preciso pensar num movimento sem tanta briga de interesses políticos e buscar a essência dele, que é a assistência estudantil, que é a educação para todos e de qualidade. Ela diz que para se conseguir pensar nesse movimento, os congressos são novas portas que se abrem, não só de aprendizado externo sobre a conjuntura do movimento estudantil, da política e das outras realidades. Além disso, destaca Lorena, existe um enriquecimento como ser humano, pois é a oportunidade de se rever alguns conceitos e posicionamentos: “Muitas vezes esse aprendizado não vem de bandeja, você entra em conflitos, você discute, você se altera, mas é parte de um processo para evolução”.
Para finalizar, Lorena Dantas deixa os parabéns a nova gestão da UPE, que, em menos de uma semana, está renovando suas formas de atuar. A Comunicação da UPE, por exemplo, que estava super defasada e abandonada, está voltando e está criando pontes importantíssimas com os DCE's. Ela lembra que é importante também pensar a forma de representatividade das Atléticas - organizações de acadêmicos de um mesmo curso que se organizam formando times para participar de jogos esportivos de ensino superior e também mobilizam festas – que está começando a ser construída. Essa gestão da UPE será uma gestão de laços se fortalecendo, de união, de muita luta, garra, uma UPE de fraternidade estudantil, conclui Lorena.
Para mais informações desse congresso e da UPE, visitem o seguinte endereço:

A hora e a vez da Bossa Nova

                                         http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/24/dia-nacional-da-bossa-nova/


Por Vanessa Pagno

O segundo encontro do projeto de extensão "História, cultura e poesia através das letras da música popular brasileira", que é coordenado pelo Prof. Dr. Sérgio Roberto Massagli, aconteceu na UFFS, no último dia 11 de junho de 2011. Neste projeto são abordados temas da cultura brasileira, através da discussão da Música Popular Brasileira (MPB), ao mesmo tempo em que se busca conhecer os diferentes contextos históricos, políticos e culturais de sua produção.

Neste segundo encontro, o tema abordado foi a Bossa Nova (BN), subgênero musical derivado do samba e muito influenciado pelo jazz, que surgiu no final da década de 1950, no Rio de Janeiro, e se tornou um dos movimentos mais influentes da história da música popular brasileira. Seus principais colaboradores foram João Gilberto e Vinícius de Moraes.

No encontro houve a colaboração de três alunos, o bolsista do projeto, Ivan Lucas Faust, e as voluntárias Suane Caroline Locatelli e Eline Barbosa, que explicaram aos demais presentes assuntos referentes à BN. Entre esses assuntos foram destacados os movimentos políticos que aconteciam no Brasil nesse período, características da BN e as musas da Bossa Nova. Além disso, houve a exibição de um documentário "Coisa Mais Linda: Histórias e Casos da Bossa Nova", que fala principalmente de João Gilberto, que fora um dos grandes nomes da Bossa Nova.

O professor Sérgio comentou que a BN representou uma ruptura com uma música tradicional brasileira, pois se abandonou o estilo operístico, "grandiloquente", de cantar, no qual somente os cantores dotados de uma voz afinada e muito empostada eram considerados aptos. "A Bossa Nova revolucionou o conceito de canto ao mostrar que desafinados também têm um ‘coração’, ou melhor, que notas dissonantes e uma voz em meio tom também são capazes de emocionar, principalmente uma geração nova que não se identificava mais com aquele tipo de música incontida, excessivamente melodramática e, geralmente, falando de fossa, tristeza e desventuras amorosas".

O professor salienta que "se o tom da BN é baixo, o seu astral é alto", pois as letras começaram a falar do sol, do mar, da luz de Copacabana, da garota linda de Ipanema, que era o que os jovens de um novo Brasil, filhos de uma classe média ascendente e universitária, queriam escutar. A BN dá um basta, um "chega de saudade" nas letras melancólicas do Bolero e do Samba Canção. Além disso, dá um salto de qualidade ao abrir-se a influências internacionais como o Cool Jazz e o Bebop, sem se afastar da tradição do Samba. Ele ainda enfatiza: "Quem quiser conferir, ouça João Gilberto".

Em conversa ao Comunica, o professor Sérgio contou que "houve uma evolução em relação ao primeiro encontro, pois o bolsista e as voluntárias mostraram-se mais desenvoltos na exposição dos temas que pesquisaram. Além disso, houve novamente a presença daqueles que participaram do primeiro encontro". Ele acredita que "essas duas oficinas realizadas foram fundamentais para possibilitar um entendimento maior de dois momentos cruciais de nossa história e de nossa cultura musical: a origem e a consolidação do samba como expressão máxima da música nacional, na era Vargas; e a sua projeção internacional com a Bossa Nova, no período JK".

De acordo com Sérgio, as expectativas para o próximo encontro "são as melhores, pois, após seu surgimento e consolidação, a BN entra num estágio de diluição enquanto estilo musical ao mesmo tempo em que, sob sua influência, surgem outros movimentos". No próximo encontro o tema abordado será as novas vertentes pós-Bossa Nova. "Os participantes desse encontro serão estimulados a contribuírem com a letra de uma canção desse período. Serão privilegiados alguns nomes como Geraldo Vandré, Edu Lobo, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Roberto Carlos, mas outros nomes são bem-vindos", finaliza o professor.

Em conversa ao Comunica, Daniel Vargas (acadêmico da 3ª fase do curso de Medicina Veterinária) que participou da oficina, declarou que vê esses encontros como muito proveitosos: "Graças a eles estabelecemos uma relação com a cultura musical brasileira, que é tão rica, porém esquecida nos dias de hoje, já que não são tocadas com frequência nos meios de comunicação de massa. Além disso, estes encontros proporcionam um contato direto com o que é produzido aqui no Brasil, com ótimos intérpretes, críticos, compositores, mas que infelizmente só é valorizado lá fora".

O acadêmico ainda salienta que "a forma como o tema é exposto pelo orientador do projeto e pelos alunos colaboradores acaba sendo prazerosa. Esses encontros são muito importantes, pois formamos um elo entre a história política do Brasil e, principalmente, o que fora produzido de arte naqueles períodos (neste encontro, a era dourada)". Ele finaliza comentando que seria interessante a participação de mais acadêmicos da UFFS, "já que quanto maior for o número de participantes, maior serão os saberes e culturas disseminados". 

DE CARA NA UFFS

                                   Arquivo Pessoal



Por Will Cândido

Nome: Luciano Petry de Souza
Idade: 20 anos

Acadêmico (a) da 3º Fase do Curso de Licenciatura em Ciências: Biologia, Física e Química.
Relacionamento: Solteiro

Uma frase: “Eu vou mostrar que aqui do meu lado tá bagunçado, mas tem gerência”. (Desconhecido)

Uma música: I live my life for you – Firehouse.

Um livro: O Alienista/ O espelho – Machado de Assis.

Um filme: O silêncio dos inocentes (Terror); Quanto mais quente melhor (Comédia)

Um ídolo: Chuck Norris

Um hobby: Desenho (Caricaturas, Charges, Tiras, História em quadrinhos))

Vem de: Planalto - Paraná

Uma palavra: Destino

O melhor da UFFS é .. “Os amigOs!! Sem dúvidas!!”
Por que a UFFS?
“Primeiro de tudo, por ser uma Universidade Federal. Apesar de nova e de não possuir muitos recursos, ela tem muito a nos oferecer por ser mais acessível. O curso é de boa qualidade e tem tudo pra ser uma das melhores Universidades Federais do País”.

O que está achando da UFFS?
“Com certeza, é um lugar onde você adquire muita experiência, aprendizado, mas, o mais legal, mais interessante de tudo, é a convivência, a interação com os amigos lá dentro, pessoal gente fina, onde a gente ri, conversa, troca idéias, e isso é muito bom!”

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A voz do estudante

Bruna Zerbielli e Daniela da Rosa (Colégio Estadual Doze de Novembro)

Será que os conteúdos da sala de aula são suficientes para se tornar um estudante mais reflexivo? A resposta mais coerente seria não, pois a participação em outros segmentos da escola também se pode considerar um espaço de aprendizagem.

Vamos nos deter a pensar no Grêmio Estudantil, considerando sua forma de organização, sua importância e as possibilidades que os estudantes adquirem para si e para a escola ao participarem desse modelo de representação.

O surgimento do Grêmio Estudantil se define com o rompimento da ditadura militar e com a Lei nº 7.398, que, resumidamente, garante o direito dos estudantes, bem como a liberdade de pensamento e maior influência nas questões sociais. Portanto, montar uma diretoria é algo que deve partir dos estudantes, visto que a organização permite a eles possibilidades de formação social e currículo escolar.

A essência do Grêmio Estudantil é oportunizar a criação de novas ações que visem a representar os estudantes. As práticas possíveis podem ser a realização de campeonatos esportivos, palestras, projetos e discussões de assuntos relevantes em termos da ampliação de conhecimentos dos alunos, fazendo com que eles tenham voz ativa nas atividades escolares.

Desse modo, se os estudantes querem crescer dentro da escola e adquirirem um comprometimento maior com a comunidade local, é necessário a disposição para levantar a bandeira da criação e concretização do Grêmio Estudantil nos espaços em que ainda não exista, e também fortalecer essa organização nos lugares em que ela já está.

Para mais informações sobre a Lei nº 7.398, visite o site: http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L7398.htm

Cor de mel com negro

Por Maria Eduarda Collaço (Colégio Real)

Contra suas pernas seus cabelos batem. Chicote de marcação para a luta da liberdade.
Tictacs trêmulos por invasão de micro bichos.
Mini borboletas amarelas cercam, vivem.
Um som urbano nada tranquilo vem com suas brutas ondas até seus grandes sensitivos receptores.
Mastigação completa, nada além. Tritura o verde gostoso.
Arvores brancas, podres, cáctas. 

Quatro cavalos, soldados serventes pela comida. Como soldados ensinados desde pequenos.
Temos chicotes, fortes armas pernais, liberdade?
Talvez mais que outros, o bom para nós. Opção? Não.
Estamos cercados pelo mundo. Não há onde se esconder. Talvez com a coragem, rebeldia dos nossos primeiros segundos de vida.
Quando o estar deixar de ser bom e ir para a decadência. Quando deixar de ter segundos momentos de uma achada felicidade.

Um griiii, dos grilos perseguem seus ouvidos. Gralhas azuis pretas nos fazem companhia comendo o seco do mato.

Um sinal. Desce pelos músculos rígidos,
manchas brancas em patas.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Alunos de licenciatura da UFFS são contemplados com bolsas do PIBID

Por Vanessa Pagno (Ciências/UFFS)

No último dia 30 de maio foi aberto o edital para seleção de bolsistas para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, o PIBID, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Além de Realeza, os outros campi da UFFS, exceto o campus de Laranjeiras do Sul, estão desenvolvendo este projeto.

O PIBID é um programa que oferece bolsas de iniciação à docência aos alunos que frequentam cursos presenciais de licenciatura, que passam a desenvolver atividades em escolas de rede pública. O principal objetivo do PIBID é o de antecipar o vínculo entre os futuros professores e as salas de aula.

No campus de Realeza, os cursos de licenciatura em Letras e Ciências contam com projetos do PIBID, sendo que, no curso de Letras, o coordenador do projeto é o professor Dr. Sérgio Roberto Massagli. Já no curso de ciências, a coordenação está com o professor Me. Marcos Leandro Ohse.

Os coordenadores dos projetos presidiram a avaliação dos alunos inscritos para a seleção, que disponibilizava, para o curso de ciências 20 vagas, e para o curso de letras 6 vagas. As entrevistas de seleção ocorreram nos dias 07 e 08 de junho. Além da entrevista, os acadêmicos também entregaram, no ato da inscrição, uma carta de intenções, que deveria discorrer sobre seus objetivos como aluno do PIBID.

O resultado final foi divulgado no dia 10 de junho. Para o curso de ciências, foram 20 acadêmicos selecionados e outros 10 compõem a lista de espera, estes que serão convocados caso haja necessidade de substituição de bolsista por quaisquer motivos. No curso de letras foram 6 bolsistas selecionados e outros 3, a exemplo do curso de ciências, compõem a lista de espera.

Para o desenvolvimento do projeto é essencial o trabalho com as escolas, já que o foco de atuação do PIBID é a prática docente. As escolas selecionadas para o desenvolvimentos do projeto de ciências foram o Colégio João Paulo II e o Colégio Doze de Novembro. Neste último também será desenvolvido o PIBID do curso de Letras.

O Comunica conversou com o coordenador do PIBID de ciências, o professor Me Marcos Leandro Ohse, que salienta a importância do projeto para o acadêmico de licenciatura: "É a maneira que o acadêmico tem de participar dos desafios da docência, ele poderá atender alunos que tem dificuldades de aprendizado, auxiliando-os, aprenderá a falar em público, produzir artigos, textos científicos, por isso é enorme a importância de um projeto como esse do PIBID, que além de ter duração de dois anos, há a possibilidade de a bolsa ser renovada".

O professor Marcos comenta quais foram os critérios considerados para a seleção dos candidatos: "Os candidatos receberam uma nota pela carta de intenções, onde constava seu interesse pelo projeto e, também passaram por uma entrevista, na qual foram considerados aspectos pedagógicos e até psicológicos, como, por exemplo, a questão de tempo disponível que o aluno tem para se dedicar ao projeto, os objetivos do aluno, de que forma o projeto pode auxiliá-lo, sendo avaliado seu histórico na universidade, se ele já participou de algum projeto de extensão, se sabia do que se tratava o projeto, entre outros aspectos".

Ele ainda frisou que o encontro inicial do projeto será no dia 15 de junho de 2011, às 14:00 horas, nas dependências da UFFS, quando será realizada a primeira reunião de atividades do PIBID. Depois disso o projeto será apresentado nas escolas, para os pais e professores. As atividades desenvolvidas no projeto terão duas etapas, na primeira os bolsistas efetuarão reforço nas escolas, aos alunos do ensino médio, nas áreas de ciências, sempre no contraturno de aula dos alunos. Na segunda etapa, os bolsistas prepararão artigos, seminários, farão atividades referentes à disciplina de licenciatura em ciências.

Quanto ao PIBID de letras, o professor Sérgio também contou ao Comunica a importância do PIBID: "A participação do licenciando em letras num projeto como esse é muito relevante para a sua formação, já que este poderá desde logo estabelecer uma aproximação tão desejável entre teoria e prática, que vá além das atividades do estágio, que são realizadas mais ao final do curso, e proporcione ao futuro docente uma experiência mais aprofundada do cotidiano escolar. No caso dos alunos do curso de Letras, essa relação se dará a partir das disciplinas específicas do curso, principalmente aquelas que se ocupam da leitura como campo de reflexão".

Quanto aos critérios avaliados na seleção dos candidatos, o professor Sérgio destacou dois itens principais: a clareza na descrição do percurso acadêmico construído pelo candidato e também as intenções com a melhoria do processo de formação inicial docente vivenciado pelo candidato e a importância do PIBID para que essa melhoria ocorra.

Ele ainda frisou que as atividades começarão na segunda quinzena de junho e terão duas etapas. Na primeira etapa, os alunos participarão de reuniões para elaboração dos projetos que serão desenvolvidos nas escolas, além de realizarem leitura e discussão de textos teóricos, leitura e discussão do Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola e estudos para o trabalho nas escolas. Já, na segunda etapa, além dos grupos de estudo e leitura reunirem-se na UFFS, é a hora de o PIBID ir para a escola fazer a aplicação daquilo que foi planejado. O foco do trabalho do PIBID de letras será a leitura e o desenvolvimento desta nas atividades escolares e seu despertar para além da escola.

Umas das contempladas com a bolsa do PIBID, a aluna Jéssica Pauletti, da terceira fase do curso de ciências, falou da importância deste projeto para a sua formação: "Eu espero que o PIBID possa me auxiliar no início da minha prática docente, visto que pretendo relacionar o teórico com o prático. Além disso, acredito que as demais atividades desse projeto venham a contribuir em minha formação acadêmica".

A aluna Patrícia dos Santos, da terceira fase do curso de letras, também comentou sobre a importância do PIBID para ela: "Acredito que minha formação como docente será ampliada, já que poderei vivenciar experiências reais de ensino. O PIBID irá promover uma interação entre a escola e a Universidade, há muito que se aprender com os professores em atuação e também com os alunos. Fazer parte desse universo é a concretização de um desejo que, há muito tempo, visa colaborar para a melhoria da educação no país".

Segue abaixo a lista com os candidatos aprovados dentro do limite de vagas de cada curso:



Acadêmicos da UFFS Realeza participaram de Encontro da Sociedade Brasileira de Física

Por Will Cândido e Jéssica Pauletti (Ciências/UFFS)

Aconteceu entre os dias 05 e10 de junho de 2011, na cidade de Foz do Iguaçu, o Encontro de Física 2011, que foi promovido pela Sociedade Brasileira de Física (SBF). Na oportunidade, a SBF estava comemorando seus 45 anos de existência. O objetivo do encontro foi aproximar as diferentes áreas da física no país buscando melhorar a interação da comunidade dos físicos e suas especialidades, além do início da integração da Física na América Latina.

Cerca de 27 acadêmicos e o professor Dr. Clóvis Caetano da UFFS, campus Realeza, puderam participar desse evento na terça-feira, dia 07 de junho. Neste dia, foram assistidas palestras relacionadas com a história da física, as formas de pesquisa na ciência e como o educador se posta mediante o aprender e o ensinar.

Para falar sobre a viagem de estudo, o professor Clóvis Caetano contou ao Comunica que esse Encontro de Física é o maior evento de Física realizado no Brasil, reunindo professores, pesquisadores e estudantes. Aproveitando que um evento dessa magnitude aconteceu próximo a Realeza, pensou-se logo em levar alguns acadêmicos. Ele lembra que foi preciso entrar em contato com a Sociedade Brasileira de Física, que concedeu isenção das inscrições para todos os estudantes do campus.

O professor Caetano também fala que suas expectativas foram alcançadas, visto que, apesar de os acadêmicos ficarem apenas um dia, vários desses se disseram satisfeitos com a viagem e já estão na expectativa pela próxima. Ele destaca que é importante participar de eventos científicos, pois propicia um crescimento para a carreira acadêmica através do contato com estudantes e pesquisadores de outras partes do Brasil e do mundo. É uma maneira de se conhecerem outras realidades e o que se está fazendo, em termos de pesquisa científica, nesses lugares.

Uma das palestras assistidas falava sobre a História da Filosofia na Ciência (HFC), a qual trazia o quanto é importante o trabalho dos conteúdos com a socialização aberta a sugestões. A Profa. Dra. Isabel Martins, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), disse, durante a palestra, que devemos “estranhar coisas que consideramos resolvidas”. Um exemplo disso é o uso da linguagem como uma ferramenta de comunicação. Essa linguagem é, além de tudo, utilizada na constituição e na formação do indivíduo.

Em conversa com o Comunica, a acadêmica Flávia Rommel destacou a importância de realizar essas viagens de estudo: “Elas contribuem para o aperfeiçoamento dos conhecimentos adquiridos em sala de aula, e também ajudam a ampliar a visão dos acadêmicos em relação às discussões atuais na área das Ciências.” Como sempre gostou muito de física, Flávia conta que, para ela, essa viagem foi de suma importância: “a viagem me trouxe novos conhecimentos, principalmente na área da Física, a qual quero seguir. Tive a oportunidade de ver um pouco mais sobre questões como o ensino de Física nas escolas, que, nos últimos tempos, está passando por algumas dificuldades.” 

Um pouco do sabor da espanhol

Projeto de extensão proporciona a seus participantes minicurso de culinária

                                                                                                                                        Divulação
Participantes do minicurso de culinária espanhol no
restaurante Bistrô no momento mais esperado a
degustação dos aperitivos feitos no curso,
um momento de confraternização.

Por Marina Maria Rodrigues (Letras/Realeza) 

O projeto de extensão “Língua e Cultura Hispânicas”, que está sendo coordenado pelos professores Ana Carolina Teixeira Pinto e Marcos Roberto da Silva do Curso de Letras Português e Espanhol, Campus Realeza, ofereceu aos participantes um minicurso de culinária espanhola.

O minicurso aconteceu no dia 01 de junho no restaurante Bistrô, ministrado, é claro, pelo próprio Chef Júlio Cesar Leão Pedroso. A oficina iniciou com uma breve história sobre os sabores espanhóis, da tradição culinária e quais os pratos que na Espanha fazem maior sucesso.

Em seguida os 13 participantes foram divididos em grupos menores, em que iriam aprender e fazer algum prato tipico espanhol. O primeiro grupo contava com três participantes, Flávia Rommel, Jerald Hiroki e Marta Bonatti, e ficou encarregado de fazer a “sangria”, bebida típica espanhola com vinho, água gaseificada e frutas, conhecido no Brasil como “ponche”.

A outra equipe contou com mais três alunos, Edson Sinhorin, Josiane Ribeiro e Maria Eduarda Collaço, os quais fizeram “tortilla de batata”, um prato que está presente diariamente na mesa dos espanhóis, muito semelhante a um omelete, mas um pouco mais recheado.

O Chef Júlio também ensinou a fazer “tapas”, aperitivo muito conhecido no Espanha pelo sabor e pelo efeito de decoração, são servidas como aperitivos. As alunas responsáveis por esse prato foram Débora Zeni, Marina Maria Rodrigues e Noeli do Santos.

Um dos pratos mais esperados para o almoço foram as “empanadas”, consistem em pastéis assados, o sabor varia, na Espanha cada lugar costuma fazer um recheio. As empanadas do almoço foram feitas por Tiely Pedroso, Rayane Ribeiro, Ronaldo Piccoly e William Cândido.

Após tanto trabalho, o almoço foi saboroso, com mérito do Chef e de todos os que se empenharam. Com certeza foi uma boa experiência para todos os que participaram. O minicurso aconteceu de forma rápida, descontraída e com muito trabalho.

O resultado da oficina poderá ser apreciado nos próximos dias 01 e 02 de julho, na Feira Cultural Hispânica, quando haverá tendas em exposição para apresentar ao público acadêmico e externo um pouco da cultura espanhola, inclusive a culinária.