segunda-feira, 9 de junho de 2014

De Cara na UFFS

Por: Andressa Masetto (Ciências Biológicas)


Arquivo pessoal
Angélica da Silva acadêmica do Curso de Física.
Nome: Angélica Da Silva

Idade: 20 anos

Acadêmica da 5ª fase de Física

Relacionamento: Namorando

De onde veio: Ampére

Uma frase: Eu te amo

Uma música: Aprendiz (Anjos do Hangar)

Um livro: Marley e Eu

Um filme: Um amor pra recordar

A União Faz a Força

Por José Demarchi (Medicina Veterinária/UFFS)

Ouviram do Ipiranda às margens plácidas... Quem não se comove com a execução do hino nacional no inicío de uma partida de futebol? Ah, nossa seleção... nosso país sendo representado na pessoa daqueles 12 jogadores. O assunto mais comentado nos últimos dias com certeza é o futebol. Todo ano, todo mês, toda semana, enfim, todos os dias fala-se de futebol, mas desta vez é diferente, é a Copa do Mundo no Brasil. É claro, concomitante à grandiosidade atribuída a esse esporte – que é como outro qualquer – vem a insatisfação de diversos setores da sociedade, por meio da manifestação popular que buscam reivindicar seus ideias.

Nada mais justo. Se por um lado o governo pode gastar bilhões de reais com tal evento, por outro, o povo também tem o direito de manifestar-se como bem entender (sem violência e degradação ao bem público, é claro). Desde um autônomo até um servidor público do alto escalão, pois nada mais oportuno do que manifestar contra um governo corrupto em ano de eleição, juntamente aos jogos. Pois com toda a mídia focada em mostrar a copa do mundo, eles, por sua vez, obrigatoriamente darão atenção aos grevistas que lutam por melhorias, visto que sem essa data festiva, que são os jogos, a televisão brasileira faz de tudo para acobertar e deixar de mostrar os verdadeiros fatos, para que a greve não ganhe proporções maiores.

Óbvio, “brasileiro” é um povo otimista, uma nação que acredita que a copa do mundo está trazendo muitos benefícios... Se a seleção canarinho for campeã nossas vidas irão mudar, meu povo! A realização de um mega evento feito a copa do mundo, indubitavelmente pode até trazer lucro para o comércio, turismo, trazer visibilidade para o país no cenário mundial e aumentar a empregabilidade nesse curto período de tempo. Porém, toda esta festa camufla na verdade uma grande manipulação... faz com que o povo acredite que está tudo perfeito no Brasil. Infelizmente é sabido que uma minoria observa a grande jogada por trás da copa e que de fato ela representa para você trabalhador e cidadão brasileiro. É triste pensar e até é revoltante observar que essa farsa perdurará muito tempo, pelo visto ainda vivemos na mesma época em que os romanos previam o provimento de comida e diversão ao povo, com o objetivo de diminuir a insatisfação popular contra as atitudes de nossos governantes.

III Movida Cultural aborda cultura dos países hispano-americanos

Por: Aline Holdefer (Letras:Português e Espanhol)

 Na noite de 28 de maio, os acadêmicos da 5ª fase do Curso de Letras: Português e Espanhol, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Realeza, promoveram a III Movida Cultural Hispânica, que foi realizada na Casa da Cultura de Realeza. O evento era uma atividade proposta pelos componentes curriculares de Oficina II: Projetos Interdisciplinares e Literatura Hispânica III, ministrados pela professora Ana Carolina Teixeira Pinto. Além dos alunos da UFFS, a comunidade em geral também foi convidada a prestigiar o evento.

Em um primeiro momento, a plateia ali presente acompanhou uma representação dramática do quadro “A Selva”, de autoria do pintor cubano Wilfredo Lam, apresentada pelos acadêmicos que participam dos projetos “La Broma” e “Joaninha ou o que é”.

Em seguida, iniciou-se a execução do programa “Preguntame”, uma encenação de um programa de auditório, em que os alunos das escolas que estavam presentes foram divididos em duas equipes e tinham que responder perguntas referentes aos países hispano-americanos. Após as respostas dos alunos, seguiam-se apresentações de dança, música, poesia e teatro, como forma de explicar o assunto da pergunta. Essa atividade contou com a participação do Grupo Musical Acordos Vocais, que era a banda do programa.

Ariel Tavares/UFFS
 Finalização do programa Preguntame.

Curso de inglês online é oferecido pelo Programa Inglês Sem Fronteiras

(Por Yana Cristina de Barba/Nutrição)


O conhecimento da língua inglesa é requisito importante para a realização de estudos científicos e acadêmicos. Saber consultar artigos, livros e periódicos estrangeiros é comumente exigido em cursos de graduação e pós-graduação, sendo igualmente necessário para as seleções do programa Ciências Sem Fronteiras.

 Apesar da importância para a vida dentro da academia e fora dela, são poucos os alunos que sabem falar fluentemente o inglês. Com isso, o Programa Inglês Sem Fronteiras (IsF),  por iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), oferece o My English Online (MEO). O MEO é um curso de inglês online destinado a todos os alunos de graduação e pós-graduação das universidades de ensino superior públicas e privadas brasileiras. O curso abrange todos os níveis, desde o básico até os avançados, preparando o aluno para exames de língua inglesa solicitados para a admissão em instituições de ensino no exterior, como: Cambridge English: Advanced (CAE), Cambridge English: First (FCE), TOELF, entre outros.

O curso é baseado na ferramenta de ensino de idiomas Online English Language Learning (MyELT), que oferece atividades de língua inglesa a qualquer hora e lugar. O pacote de atividade oferecido pelo MEO inclui Ebooks, Grammar, Reading e Vídeo. O conteúdo do material inserido no Ebooks está voltado para o desenvolvimento da escrita, fala e compreensão da língua inglesa. No Grammar, as atividades estão concentradas na gramática, com a correção imediata das questões propostas. As habilidades de leitura e produção oral são trabalhadas no material Reading, incluindo até mesmo reportagens da National Geographic. Ainda há conteúdos em vídeo para o melhor aprendizado das habilidades de compreensão oral. 

terça-feira, 27 de maio de 2014

Tempo que não volta

Por José Demarchi (Medicina Veterinária/UFFS)

Já cursando a terceira fase de medicina veterinária, na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Realeza, pude notar algumas historias, de seu sonho. Admirável tal atitude, visto que não é qualquer pessoa que assume a responsabilidade de ir para um lugar desconhecido (Realeza – PR), tendo como motivação apenas o desejo de retornar com a missão cumprida, ou seja, graduado.

Pegar suas roupas e enfiar numa mala, viajar horas, deixar de lado a mordomia da casa dos pais, café na mesa, cama arrumada, roupa limpa, para vir à uma cidade pacata em busca de uma formação acadêmica? Para muitos, isso parece impensável, mas quando trata-se de um objetivo de vida, isso não passa de mero detalhe. E, claro, em torno disso rola uma sensação de “independência”, morar sozinho, fazer sua própria comida, lavar sua própria roupa, e assim por diante. Porém, de certa forma, isso pode representar uma ilusão, a verdadeira independência acontece mesmo depois de formado, quando já de posse de um emprego garantido, gerindo o seu próprio sustento. Todavia, para algumas pessoas isso também parece tão utópico quanto realizar um sonho de concluir uma graduação no curso tão almejado.

Contudo admiro aqueles que vieram de longe (aos de perto também), coloca muita coisa em risco, dedicam-se para conseguir as notas, passam meses longe da família, tudo em busca de um sonho, uma meta a ser almejada, esses sim, são pessoas admiráveis! Parabéns! Em compensação, em relação aqueles que “passam o tempo”, só lamento. No futuro próximo perceberão a perda de tempo e o desperdício de uma oportunidade que poderia representar o grande sonho de suas vidas. Baladas, matação de aula, farra... um verdadeiro período de férias prolongadas... à vocês, sinto muito, independentes tão cedo, isso não verão, desse jeito, jamé!

E por fim, aos que realmente amam a Medicina Veterinária, isso é apenas o começo, desafios sempre surgirão em nossas vidas e isso se aplica a vários setores de nossa vida, sempre almejamos algo fora de nosso alcance, exigindo de nós maior dedicação, motivação e força de vontade, afinal, vir de longe ou de perto e dedicar-se por cinco anos e meio (ou mais) a fio só pode significar amor pela profissão. 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Sesi Cozinha Brasil oferece cursos em Realeza

Por Yana Cristina de Barba (Nutrição/UFFS)

Com o objetivo de aumentar a saúde e a qualidade de vida da população, o Serviço Social da Indústria (Sesi) criou o programa Cozinha Brasil, que, por meio de orientação e incentivo, estimula a adoção de hábitos alimentares saudáveis e reduz o desperdício. A princípio, o programa era destinado apenas aos trabalhadores da indústria de São Paulo, porém, por iniciativa do presidente Nacional do Conselho do Sesi, Jair Antônio Meneguelli, juntamente com o Governo Lula, o programa disseminou-se nacionalmente, através de caminhões adaptados em cozinhas-escolas, nos quais são realizados cursos de curta e média duração.

O caminhão do Sesi instalou-se em Realeza nos dias 13, 14 e 15 de maio, onde foram realizados cursos básicos para toda a comunidade. As aulas foram ministradas nos três dias, nos períodos da manhã, da tarde e da noite. Durante o curso, os alunos receberam treinamento teórico e prático, aprendendo as funções básicas de cada alimento, como manipulá-lo adequadamente e, ainda, como preparar refeições econômicas com aproveitamento integral do alimento, isto é, sem o desperdício de talos, cascas, folhas e sementes.
Yana de Barba/Nutrição

Preparação de receita pela nutricionista Luciana e voluntário
O curso contou com uma significativa participação de acadêmicas de Nutrição da Faculdade Federal da Fronteira Sul – UFFS. No turno da noite, por exemplo, além de estarem em um

Universidade Trampolim

Por Eduardo Alves dos Santos (Letras: Português e Espanhol – Licenciatura)

Por mais que o título deste texto possa soar um pouco estranho a princípio, por associarmo-lo à academia ou a um objeto utilizado para dar saltos, saibam que não é. Evidentemente, não nos referimos ao trampolim em sua concretude, mas sim a uma ideia que estabelecemos ao pensá-lo de forma simbólica e aplicada a um contexto. O assunto de nossas aflições (para ser um tanto dramático) é a relação entre docentes e as instituições de Ensino Superior públicas, utilizando como exemplo o que ocorre na universidade em que estamos.

A Universidade Federal da Fronteira Sul e seus cinco campi (sem contar o debatido campus de Passo Fundo), desde os primórdios de 2010, abre suas portas para professores das mais distintas áreas e especializações. Para realizar seus sonhos da “universidade própria” (no sentido de ser um anseio tão grande como o da casa própria) os, até então, mestres e doutores, tem de passar por algumas barreiras para provar que estão aptos a exercerem as funções exigidas pela academia.

Daniel Tomaiz de Campos (Química/ UFFS)
Charge

Oficina de Culinária Hispano-americana

Acadêmicas do Curso de Nutrição ofertam oficina de culinária na UFFS

Por: Andressa Masetto (Ciências Biológicas)

 O Curso de Nutrição, em parceria com o Curso de Letras Português e Espanhol, do Campus Realeza, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), promoveram uma oficina de culinária hispano-americana na tarde de sexta-feira, dia 23 de maio, no laboratório de culinária da UFFS. A oficina foi solicitada ao curso de Nutrição pelos acadêmicos da 5ª fase de Letras, como uma das formas de preparação para a III Movida Cultural Hispânica, na qual terá uma oficina de alimentos hispano-americanos.

A atividade foi ministrada pela monitora de técnicas dietéticas Elis Regina Ferreira, da 7ª fase de Nutrição, e pelas voluntárias, Fernanda Silvestri e Gelvani Loateli, da 5ª fase, e Cleide Terezinha Kerber e Mariluci Fortes, da 3ª fase do respectivo Curso. A oficina contou ainda com a colaboração da técnica em nutrição Jaqueline Laurindo. Todo o trabalho desenvolvido pelas acadêmicas foi supervisionado pela docente Mestra Cassiane Tasca, que é professora de técnica dietética.

Para Mariluci Fortes, preparar e ministrar a oficina foi uma experiência muito boa, pois através dela tiveram a oportunidade de conhecer um pouquinho de uma cultura diferente da brasileira. A acadêmica de Nutrição destacou, ainda, que outro ponto positivo foi a possibilidade de integração com os alunos de Letras, o que é de extrema importância dentro de uma Universidade.

Vem aí a III Movida Cultural Hispânica

Mais uma edição da Movida Cultural está chegando, e agora trazendo temas relacionados à cultura dos países hispano-americanos.

Por: Aline Holdefer (Letras:Português e Espanhol)

 A 5ª fase do Curso de Letras: Português e Espanhol, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Realeza, promove a III Movida Cultural Hispânica, que será realizada no dia 28 de maio, na Casa da Cultura de Realeza, com início às 19h. Nesta edição, a Movida visa oferecer oficinas e apresentações relacionadas com a cultura dos países hispano-americanos. O evento é uma atividade desenvolvida dentro do componente curricular de Literatura Hispânica III, ministrado pela professora Ana Carolina Teixeira Pinto.

A I Movida Cultural Espanhola aconteceu no ano de 2010 e foi promovida pelo Projeto de Extensão Língua e Cultura Hispânicas, coordenado pelos professores Ana Carolina e Marcos Roberto da Silva do Curso de Licenciatura em Letras: Português e Espanhol. O evento foi organizado pelos acadêmicos que atualmente estão na 9ª fase de Letras. Já a II Movida Cultural Espanhola aconteceu em novembro do ano passado e foi organizada pelos mesmos acadêmicos que estão na organização da III Movida.

A III Movida passou por algumas modificações em comparação às anteriores. Em vez do trabalho com características da cultura espanhola, resolveu-se mostrar um pouco da cultura dos países da América que falam espanhol.

Inscrições para o teste do TOELF vão até dia 28 de maio

(Por Yana Cristina de Barba/Nutrição)

Foi solicitada pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) a aplicação do teste TOELF para todos os estudantes da UFFS, inclusive os de pós- graduação.

 O objetivo da avaliação é fazer um levantamento diagnóstico do nível de conhecimento da língua inglesa dos discentes. Assim, o MEC averigua quantos alunos da UFFS estão aptos para o Programa Ciências Sem Fronteiras (CsF) e quantos necessitam de aulas, que podem ser oferecidas através do Inglês Sem Fronteiras. Portanto, todos devem participar, mesmo os estudantes que não tenham conhecimento no idioma inglês, pois é dessa forma que o MEC verifica o quanto precisa investir na política de internacionalização da UFFS.

A participação na prova é gratuita e ainda contará como horas para as ACCs dos cursos de graduação da UFFS. As inscrições devem ser feitas até dia 28 desse mês na plataforma do Programa Inglês Sem Fronteiras http://isfaluno.mec.gov.br/index/acesso/i/c. Os acadêmicos inscritos poderão realizar a avaliação diretamente no campus da UFFS, no caso de Realeza, as provas acontecerão nos dias 31 de maio e 1° de junho.


De Cara na UFFS

Por: Andressa Masetto (Ciências Biológicas)

Arquivo pessoal
Fabricio Bernardi, acadêmico do Curso de Medicina Veterinária.

Nome: Fabricio Bernardi

Idade: 22 anos

Acadêmico do 9ª período do curso de Medicina Veterinária
Monitor de Semiologia Veterinária e Clínica de Animais de Produção

Relacionamento: Namorando

De onde veio: Flor do Sertão - SC

Uma frase: Seja você a mudança que tanto procura nos outros. As pessoas não mudam com cobranças, mudam com exemplos (Autor desconhecido).