segunda-feira, 30 de junho de 2014

Uma outra forma de ensino

Por: Angela Ficagna 2ª B


 Em Santa Izabel do Oeste_PR, está sendo oferecido, no Colégio Estadual Guilherme de Almeida, o curso de formação de docentes, antigo magistério, há aproximadamente 10 anos.
Segundo o professor Wagner Hoffmann, o curso de formação de docentes é profissionalizante e se volta para a educação infantil. O que diferencia esse curso dos demais é que além de ter um ano a mais que o ensino médio normal, tem algumas matérias que são específicas para o trabalho com as crianças. Além disso, os alunos realizam estágios que ocorrem no próprio colégio Guilherme de Almeida e nas escolas da rede municipal, onde os alunos fazem observações e também as regências em algumas turmas.
O curso não serve somente para formar professores, mas também para o aluno adquirir uma carga maior de experiência. O colégio possui uma parceria com escolas de cidades vizinhas que também oferecem o curso, o que proporciona a realização de atividade complementares para os alunos do curso. O requisito para participar desse curso de formação de docentes é ter o ensino fundamental completo.

Oficina Comunica no Colégio Estadual Guilherme de Almeida

Projeto Comunica realiza sua primeira oficina do ano de 2014, na cidade de Santa Izabel do Oeste

Por: Aline Holdefer e Andressa Masetto

 Ocorreu nas tardes de 04 e 11 de junho, no Colégio Estadual Guilherme de Almeida, a primeira oficina de produção textual ministrada pelos integrantes do projeto de extensão Comunica Realeza: laboratório de produção textual. A atividade foi realizada com os alunos participantes do projeto Literatura e Mídias, coordenado pela professora Marizete Baldin. Esses alunos frequentam o Ensino Médio no período matutino e no período vespertino se dedicam ao projeto. A turma é uma mescla de alunos do 1º e do 2º ano.

As bolsistas do Comunica, Aline Holdefer e Andressa Masetto, juntamente com o voluntário José Carlos Demarchi, ministraram a oficina na primeira tarde. Na segunda tarde, além das bolsistas, estiveram presentes a professora coordenadora do Comunica, Aline Cassol Daga, e o acadêmico colaborador, Matheus França.

O foco da oficina foi o trabalho com reportagens, que é um dos gêneros da esfera jornalística. Para isso, foram disponibilizados aos alunos jornais impressos da região. Além da leitura e da discussão sobre as reportagens dos jornais impressos, os alunos assistiram a dois vídeos: uma notícia e uma reportagem veiculadas em um jornal televisivo. Com isso, foi possível estabelecer uma reflexão sobre os textos, possibilitando a identificação de semelhanças e diferenças entre os gêneros notícia e reportagem.

Em seguida, os alunos, individualmente, criaram uma notícia com o objetivo de fixar os conhecimentos adquiridos referentes à estrutura e às finalidades sociocomunicativas desses gêneros. Depois disso, os textos produzidos foram analisados, no sentido de identificar quais elementos estavam presentes e se havia algum faltando.

Para encerrar as atividades da primeira tarde, foi proposto que individualmente eles escolhessem um tema, como por exemplo: eventos que aconteceram ou irão acontecer, ou algum assunto de seu interesse. Eles deveriam coletar informações, se possível fazer entrevistas, conseguir imagens, entre outros, para poder escrever o texto.

Clínica Escola de Nutrição da UFFS como local de estágio e projetos de extensão

Por Yana Cristina de Barba (UFFS/ Nutrição)

      O curso de graduação de Nutrição da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) tem três áreas fundamentais de estágio, que perfazem o período de um ano. As áreas de estágio dividem-se em “Alimentação Coletiva”, que é desenvolvido em unidades produtoras de refeições, industriais, comerciais ou filantrópicas; “Nutrição Social”, desenvolvido em escolas de ensino fundamental e ensino médio, centros de educação infantil e em unidades básicas de saúde, unidades de saúde da família e/ou instituições filantrópicas, e “Nutrição Clínica”, desenvolvida na Clínica Escola (ambulatorial) e em hospitais (hospitalar).  Dessa forma, a Clínica Escola de Nutrição de Realeza foi criada com o objetivo de oferecer o local de estágio obrigatório da área clínica ambulatorial necessária para o curso de nutrição. 

A coordenadora da Clínica Escola da UFFS, professora doutora Márcia Fernandes Nishiyama, explica que todos os alunos da nona fase atuam na clínica: “os alunos obrigatoriamente fazem um rodízio de estágio, que dura cerca de um mês e meio aproximadamente em cada área especifica do curso de nutrição, assim, todos os alunos devem passar pela Clínica Escola”. A professora também frisa que, para o cumprimento do estágio referente à área hospitalar, os alunos necessitam deslocar-se até o Hospital Universitário de Cascavel, pois o campus de Realeza não possui um hospital de média ou alta complexidade.

Além de integrar alunos de estágio, a Clínica também serve como local para outras cinco alunas desenvolverem o Projeto de Extensão “Atenção Nutricional aos Indivíduos e Grupos Atendidos na Clínica Escola de Nutrição da UFFS”. Esse projeto é direcionado principalmente para acadêmicos da sétima fase do curso, mas todos os alunos da graduação de nutrição podem participar como voluntários nesse convívio prático, dependendo do seu interesse e empenho. Na Clínica Escola, os alunos do projeto desenvolvem materiais educativos, treinam o conhecimento de avaliação nutricional e os conhecimentos do componente curricular, como nutrição clínica, dietoterapia, entre outros. De acordo com a professora Márcia, “esse é o momento em que o aluno percebe a maneira de utilizar o conhecimento adquirido em sala de aula, pois, ao mesmo tempo em que o utiliza, o educando pratica a atividade de estender esse benefício para a população que nos procura”.

Mundo alternativo

Por José Demarchi (Medicina Veterinária)  

Muitas pessoas falam sobre o autista como se conhecessem com propriedade essa síndrome comportamental. Além de afetar a comunicação o autismo pode ocasionar até retardo mental. Porém, existem vários fatores que se devem conhecer antes de dizer que autismo não é algo relevante, pois o preconceito é eminente, isto é, demonstram menos importância para essa doença.

Em uma leitura leiga da síndrome, pode-se dizer que indivíduos assim vivem em seu próprio “mundo” e que interagem apenas no mundo particular que criaram; mas isto não é verdade. Se, por exemplo, uma criança autista fica isolada em seu canto observando as outras crianças brincarem, não é porque ela necessariamente está desinteressada nessas brincadeiras ou porque vive em seu mundo. Pode ser que essa criança simplesmente tenha dificuldade de iniciar, manter e terminar adequadamente algum tipo de interação.

Outro exemplo claro de que os sujeitos diagnosticados autistas apresentam capacidades de manter intacto sua inteligência e entre outros fatores, é o caso do jovem estadunidense Jacob Barnett, que aos dois anos de idade foi diagnosticado com autismo, e o prognóstico era ruim: especialistas disseram à sua mãe que ele provavelmente não conseguiria aprender a ler ou sequer a amarrar seus sapatos. Mas Jacob acabou indo muito além. Aos 14 anos, o adolescente estuda para obter seu mestrado em física quântica, e seus trabalhos em astrofísica foram vistos por um acadêmico da Universidade de Princeton como potenciais para o recebimento do prêmio Nobel.

Segundo pesquisa realizada em 2006 pelo Center of Disease Control and Prevention (CDC - Centro de Controle e Prevenção de Doenças), nos Estados Unidos, 1 em cada 110 crianças de oito anos de idade, preenchem critérios para serem consideradas autistas. A incidência da síndrome se caracteriza mais comum em meninos, sendo 1 caso em cada 70 indivíduos. No gênero feminino, a incidência é de 1 para 315, o que representa uma proporção de 4 a 5 meninos para 1 menina. No Brasil, estima-se que existam em torno de 570 mil pessoas com autismo.

Revirando o baú das lembranças

Por: Aline Holdefer (Letras: Português/Espanhol)

 “Quando eu era criança, era feliz e não sabia. Ai que saudade daquele tempo!” Quem de nós adultos nunca mencionou essas frases? Quem nunca revirou o baú das lembranças em busca de recordações de momentos bons que marcaram a fase inicial de nossas vidas? E de repente bate uma saudade imensa de um tempo que já não volta mais...

Às vezes, do nada, me encontro mergulhada em minhas lembranças, a contemplar os inúmeros momentos, as brincadeiras, as artes de criança. Para alguns, esse é um tempo de angustia, que não vale a pena lembrar. Nem todo mundo teve uma infância feliz. Quem dera se todos tivessem!

Adorava quando meu tio, irmão de minha mãe, e sua esposa, que moram em São Paulo, vinham passear nas férias por aqui. Era uma alegria imensa, pois eu sabia que em todos os dias, enquanto eles estivessem por aqui, seria feito algum passeio, seja na praia ou em alguma festa pelas redondezas; até mesmo passear para ver alguns parentes os quais poucas vezes costumávamos visitar.

Com frequência, nos finais de semana, ia posar na casa de uma prima, ou ela vinha posar na minha casa. Aprontávamos tanto! O que mais fazíamos era quebrar os ovos das galinhas. Minha mãe e minha tia ficavam furiosas, pois às vezes queriam fazer algum bolo ou outro lanche e nunca tinha ovo. Também brincávamos de bicicleta, lembro-me de uma bicicleta cor de rosa e grande. Subíamos até uma altura da estrada, soltávamos os cabelos e descíamos, as duas juntas, repetindo isso diversas vezes. Ficávamos brincando até tarde. Quando começava a escurecer e ainda estávamos brincando, minha mãe sempre nos chamava para entrar para ir tomar banho. Como sempre, acabávamos demorando, aí ela falava que havia um bandido muito perigoso que estava solto. Não dava outra, depois dessas palavras, íamos direto para casa.

UFFS - Campus Realeza comemora dia do Químico com palestra sobre energia nuclear

Por Vanessa Pagno (Química/ UFFS)

No dia 18 de junho comemora-se o dia do Químico, e para festejar este dia o Curso de Química – Licenciatura, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Realeza, promoveu uma confraternização entre os acadêmicos do curso, os técnicos e os professores. Na ocasião, o professor Ms. Júlio Murilo Trevas ministrou palestra intitulada “Processos nucleares: uma temática importante ou não?”.

Fabiana Pagno (Geografia/ UNIOESTE) 
Acadêmicos, professores e técnicos participam de comemoração ao dia do Químico

Durante a palestra, o professor Júlio Trevas enfatizou, de forma dinâmica, diversos mitos referente à energia nuclear e à irradiação dos alimentos. Em meio a suas falas, questionou, também, o porquê de o currículo dos cursos de Licenciatura em Química da região estarem ultrapassados, sem abordar conteúdos importantes, tais como conceitos referentes à energia nuclear e ao modelo atômico padrão.

Em conversa com o Comunica, a acadêmica do Curso de Química, Krystiane Katia Damim, da 7ª fase, que também participou da atividade conduzida pelo professor Júlio Trevas, enfatizou que, em seu entendimento, a palestra teve seus propósitos alcançados. A acadêmica diz isso por acreditar que a dinâmica realizada instigou os alunos a pensarem em questões importantes para o desenvolvimento do curso.

“A Química não é só visual, ela vai além das cores, da liberação de bolhas de gases, daquilo que enxergamos”

PIBID de Química da UFFS, Campus Realeza, realiza viagem de visita à NECTO

Por Vanessa Pagno (Química/ UFFS)

Arquivo pessoal do PIBID de Química
Acadêmicos e coordenadores do PIBID - subprojeto de Química, com professores da UNIOESTE


O Comunica entrevistou os coordenadores do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto de Química da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Realeza, Professor Ms. Bruno dos Santos Pastoriza e Dr. Jackson Cacciamani. Falamos também com a acadêmica bolsista do projeto, Maiara Fantinelli, da 9ª fase do Curso de Licenciatura em Química. Os professores e a acadêmica falaram da viagem de interação do projeto PIBID de Química com professores da Universidade do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus Toledo - Paraná, realizada no mês de maio.

O projeto PIBID de Química

Comunica: Quais são os bolsistas e supervisores do PIBID subprojeto de Química? Todos foram nesta viagem à UNIOESTE?
Professores Bruno e Jackson: Acadêmicos: Alexandra Aparecida do Amaral (7ª fase), Aline Bonfanti (9ª fase), Cleiton José Paz (9ª fase), Dioni Angelin (9º fase), Edson Frozza (9ª fase), Fernanda Cássia Baú Morgan (9ª fase), Giseli Aparecida Trevisan (9ª fase), Gleiciéli Steinke (9ª fase), Maiara Fantinelli (9ª fase) e Mayara Cristina Mombach (5ª fase). Professores supervisores: Miro Alfonso Klinger e Rosane Aparecida Bettin Baldissera. Todos foram na viagem.

Comunica: Quais são os objetivos do PIBID de Química?
Professores Bruno e Jackson: Realizar uma profunda articulação de parceria entre escola e universidade para pensar, produzir e qualificar a formação de professores – dos que já são professores, como nós e os supervisores, e dos que virão a ser [acadêmicos]. Isso se mostra possível na constituição de um espaço-tempo de formação, conversa, partilha.

Comunica: Em quais escolas o projeto atua?
Professores Bruno e Jackson: Na escola Estadual Guilherme de Almeida, em Santa Izabel do Oeste, e na Escola Estadual Doze de Novembro, em Realeza.

Comunica: Quais são as atividades desenvolvidas no projeto?
Professores Bruno e Jackson: Temos desenvolvido uma parceria em sala de aula com os professores, ao mesmo tempo em que temos trabalhado com projetos e atividades no período contrário às aulas, tanto no período matutino, quanto vespertino.

De Cara na UFFS

Por: Andressa Masetto (Ciências Biológicas)

Aquivo pessoal
Matheus França acadêmico do Curso de Letras.

Nome: Matheus França Ragievicz

Idade: 19 anos

Acadêmico da 5ª fase do Curso de Letras Português e Espanhol

De onde veio: Santa Izabel do Oeste.

Uma frase: Perto do coração não tem palavra? (Ana Cristina Cesar)

Uma música: Volver a los diecisiete – Violeta Parra

Um libro: La casa de los espiritus – Isabel Allende

Um filme: La piel que habito

Um ídolo: Não tenho ídolos. Tenho apreço e admiração por trabalhos e situações que me tocam.

Um hobby: Assistir séries.

Uma palavra: Catarse.

Do que mais sente falta: Do tempo livre.

Projeto de extensão preparatório para OBEMEP

Projeto de extensão da UFFS desenvolve atividades preparatórias para a OBEMEP com alunos do Ensino Fundamental de escolas de Realeza - PR
Por Vanessa Pagno (Química/ UFFS)
O projeto de Extensão “Preparatório para Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBEMEP”, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Realeza, é coordenado pelo professor Ms. Marcos Leandro Ohse. Pelo segundo ano consecutivo, o projeto possui apenas acadêmicos voluntários que se dispõem a trabalhar matemática preparatória para a OBEMEP com alunos de escolas públicas da cidade, nesse caso, a Escola Estadual Dom Carlos Eduardo e o Colégio João Paulo II.

Neste ano de 2014, a OBEMEP comemora sua 10º edição. Organizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), a OBEMEP é uma prova de matemática aplicada a alunos de escolas públicas, que objetiva estimular nos alunos o estudo da matemática e revelar talentos nessa área.

Na Escola Estadual Dom Carlos Eduardo e no Colégio João Paulo II – Ensino Fundamental e Médio, a prova da primeira fase da OBEMEP foi realizada no dia 27 de maio. Para auxiliar os alunos, os acadêmicos voluntários do projeto de Extensão “Preparatório para Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBEMEP” realizaram diversas atividades ligadas à matemática, envolvendo jogos matemáticos, atividades de desenvolvimento lógico e resolução de provas anteriores à realização da OBEMEP.

Os acadêmicos da UFFS, voluntários do projeto, são: Roseli Dalla Corte Petter Strasser (7º fase do Curso de Licenciatura em Física); Allyine Luana Wanessa Fank Andrade (1º Fase do Curso de Licenciatura em Física); Renan Viana Batista (1º Fase do Curso de Licenciatura em Física); Jeiferson Perboni Rebelatto (3º Fase do Curso de Licenciatura em Física) e Christian Sossella (5º fase do Curso de Licenciatura em Química).

De acordo com o professor Ms. Marcos Ohse, os objetivos deste projeto de extensão são de “aprimorar conceitual e pedagogicamente a formação dos acadêmicos e, ao mesmo tempo, proporcionar aos alunos do ensino fundamental e médio da rede pública de ensino uma complementação dos conteúdos listados para estudo na referida olimpíada”. Desta forma, “proporcionar um reforço pedagógico de matemática baseado nas necessidades preparatórias para a OBMEP”. Além disso, outros objetivos do projeto são: orientar os acadêmicos no desenvolvimento de suas atividades; obter medalhas de bronze e prata, além de menções honrosas para 2014; obter medalhas de ouro e bolsas Júnior CNPQ para 2015; além de produção de artigo na modalidade relato de experiência para divulgação dos resultados obtidos.

Que porcaria é essa?

Por Eduardo Alves dos Santos (Letras: Português e Espanhol/ UFFS)

 Daniel Tomaiz de Campos (Química/ UFFS)

Quem nunca chegou à cantina da UFFS – Campus Realeza para realizar um lanchinho, tomar um café e encontrar os colegas e se deparou com um cenário que, sinceramente, às vezes é de tirar o apetite? Estou falando do lixo deixado nas mesas por alguns de nossos camaradas de campus, os quais parecem ter gazeado as aulas no Ensino Fundamental em que a professora achava mil maneiras de dizer que cuidar do meio ambiente é bom e não cuidar é mal. Apenas lembrando a essas pessoas que deixam seus rastros pelas mesas por onde passam (não importando se são do curso X ou Y, se estudam de manhã ou à noite, se são alunos, técnicos ou professores) o que significa o conceito de ambiente.

Vanessa Pagno (Comunica Realeza)
Cantina da UFFS – Campus Realeza

Em uma rápida pesquisa no Wikipedia, fonte super confiável, mas que não vem ao caso, encontramos que “Ambiente (do latim ambiens/ambientis, com o sentido de envolver algo1) é o conjunto das substâncias, circunstâncias ou condições em que existe determinado objeto ou em que ocorre determinada ação.” Daí, podemos extrair as devidas nomenclaturas, como ambiente de trabalho e ambiente de estudos, por exemplo. Parece arrogância, de certa maneira, estar dizendo isso, mas será que um ambiente adequado, destinado a realização de refeições, é o que alguns camaradas têm proporcionado, no caso do Campus Realeza?

Sinceramente, não gosto muito de ter que escrever um texto como este e confesso que acho um desaforo em pleno século XXI ter de discutir uma questão destas já que estamos falando do cenário acadêmico em que transitam sobretudo adultos. Será que recolher os guardanapos, copos, pratos e talheres utilizados e destiná-los adequadamente fariam as pessoas perderem tanto tempo assim? Será que cairia um braço levar o seu próprio lixo no lixeiro? Contudo, ao ouvir coisas do tipo “não vou juntar nada, estão recebendo para isso”, a paciência um pouco que se esgota. Sei que não sou o único a pensar dessa forma e que há mais pessoas que se sentem prejudicadas por esse tipo de comportamento. Não só dizemos isso pensando na poluição visual que se estabelece com tal situação, mas também o fazemos porque há ocasiões em que a sujeira é tamanha que o local se torna inutilizável.

Vale destacar que o exemplo ilustrado não se trata do único, até mesmo acredito que alguns não tenham parado para pensar que quando saem de seus lugares outras pessoas o tomam para também realizar uma refeição. Mas por favor né (como diz um colega meu), vamos ter um pouco mais de cuidado com um espaço que é público. Pense por um lado bom, se você não deixar um cocho virado para o próximo que usar, talvez também possa esperar que receba algo limpo. Agora, se você é do tipo que continua achando que não é seu trabalho e que na cantina as senhoras são pagas para isso, aprenda a ler e passe a perceber que existem orientações muito claras nas paredes, “JOGUE O LIXO NO LIXO”.


segunda-feira, 9 de junho de 2014

PROPEIF participa de Seminário Internacional de Regiões de Fronteira

Por: João Carlos Rossi (Letras: Português e Espanhol)

Na última quinta-feira (29/05/2014), iniciaram-se, em Foz do Iguaçu/PR, as atividades do Seminário Internacional de Regiões de Fronteira “Desafios para integração Transfronteiriça”. O evento tratou da missão do processo de integração da região Mercosul. Nesta ocasião, várias mesas redondas versaram sobre a cooperação e as experiências na região transfronteiriça, enfatizando as políticas públicas dessa faixa. No âmbito da Educação, foram tratadas questões voltadas ao Programa Escola Intercultural de Fronteira – PEIF, em que foi possível a troca de experiência entre as escolas vinculadas à formação em tempo integral do Programa Mais Educação em diálogo com as Universidades.
Paulo Alves, representante do Ministério da Educação (MEC), enfatizou aos gestores públicos, às lideranças políticas, aos professores e acadêmicos da faixa de fronteira que integram os 588 municípios sobre a importância de engendrar e efetivar políticas públicas voltadas para a integração e para a cooperação em regiões fronteiriças, a partir de uma perspectiva intercultural.
Para a professora Ana Carolina Teixeira Pinto, coordenadora adjunta do Curso de Formação do Programa Escola Intercultural de Fronteira – PROPEIF da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS/Campus Realeza/PR, temas como esse perpassam as fronteiras. Para além da integração, o discurso político apresentado pelos ministrantes das mesas redondas volta-se a questões comerciais de investimentos e melhorias de legislações que se firmem e ganhem forças nesse contexto econômico da América do Sul. Frente à coordenação do projeto, atenta às demandas e aos anseios dos professores das escolas interculturais de fronteiras, a professora ressaltou que em conversa com os representes do MEC, juntamente com os membros dirigentes dos municípios e escolas de várias regiões do país, assumiu-se o compromisso de oportunizar uma educação intercultural de qualidade para o crescimento e integração das regiões fronteiriças.