terça-feira, 31 de maio de 2011

UFFS Realeza criará Conselho Comunitário e Conselho de Campus

Reunião geral definiu os procedimentos necessários para a criação dos conselhos locais

Por Jéssica Pauletti

                                                                                                             Christiano Castellano/UFFS
Reunião geral conta com boa parcipação de
 técnicos-administrativos, docentes e representação estudantil.

 Na última quarta-feira, 25 de maio, realizou-se uma reunião geral da UFFS, Campus Realeza, convocada pelo coordenador acadêmico Antônio Marcos Myskiw. Na oportunidade, havia cerca de 50 presentes, entre técnicos-administrativos, docentes e representação estudantil.

Dentre os vários informes repassados pela direção do campus e assuntos discutidos entre os presentes, um dos mais importantes é a criação do Conselho Comunitário e do Conselho de Campus. Para saber mais sobre os propósitos desses conselhos, o Comunica conversou com o coordenador administrativo do Campus Realeza, Jaci Poli.

Primeiramente, Jaci Poli explicou que é necessária a criação do Conselho Comunitário, visto que esse está no Estatuto da UFFS, é de caráter consultivo, somente é deliberativo em relação à sua estrutura interna, similar ao Conselho Estratégico e Social. O coordenador Jaci Poli destaca que o papel fundamental desse conselho é “ser o interlocutor do diálogo entre os movimentos, as organizações sociais e a UFFS”.

Ele afirma que cada campi estará constituindo o seu próprio conselho a partir da realidade local, buscando sempre uma relação estreita com o Movimento Pró-Universidade. O coordenador Jaci Poli lembra que fazem parte do Conselho Comunitário um conjunto de organizações, entidades e movimentos sociais, alguns de caráter governamental e a maioria de caráter não governamental, e que foram convidadas cerca de 37 entidades para nomear seus representantes. O conselho ainda vai contar com a participação de 4 acadêmicos titulares e 4 suplentes, 4 docentes titulares e 4 suplentes, 3 técnicos-administrativos titulares e 3 suplentes e 3 membros da direção do campus, que seriam o diretor, o coordenador acadêmico e o coordenador administrativo.

A escolha dos representantes ficará a cargo de cada segmento, os nomes escolhidos devem ser repassados nos próximos dias à Direção. Os técnicos-administrativos já se reuniram, sendo que todos que quisessem ocupar os cargos poderiam se indicar; após foi feita a eleição e os 6 mais votados para ocuparem os cargos de titular e respectivo suplente foram: titular Moacir da Silva e suplente Roseana Penutti; titular Lucas Genz e suplente Giuliano Kluch; e titular Simone Padilha e suplente Silvani da Silva. No caso dos discentes, o Diretório Acadêmico solicitou aos centros acadêmicos a indicação de 2 nomes de cada curso (titular e suplente), para que desse modo todos os cursos sejam representados no Conselho Comunitário.

Já o corpo docente optou por eleição, desse modo designou-se uma comissão de três professores para cuidar do processo eleitoral, um dos membros, o professor Clóvis Caetano, explica que a maioria dos professores optou por escolher os representantes desse modo, assim os professores interessados devem fazer chapa de dois componentes, as quatro duplas com mais votos são eleitas, o resultado final sai no próximo dia dois de junho. Há a necessidade dessa indicação imediata dos representantes do Campus Realeza, visto que a primeira reunião do Conselho Comunitário acontecerá dia três de junho, às 14h00 nas dependências da UFFS.

Quanto ao Conselho de Campus, Jaci Poli explicou que se trata de uma instância de deliberação, que tem um papel semelhante ao do Conselho Universitário da UFFS (CONSUNI). Desse modo, todos os processos de deliberação de assuntos do campus passam por esse conselho, no entanto, Jaci Poli afirma que se trata de “um conselho cujo poder de deliberação deve respeitar as instâncias superiores, como é o caso do CONSUNI”. Aqui, também participarão membros da direção do campus, os coordenadores de curso, representantes docentes, técnicos-administrativos e representantes acadêmicos. Lembrando que o número de representante por categoria ainda não está definido, porém deverá ser respeitado os 70% destinados a docentes.

Projeto de Nutrição da UFFS analisa a qualidade da merenda nas escolas públicas do município de Realeza.

Por Will Cândido
Fotos Daiane da Silva/Nutrição-UFFS

O Projeto “Análise do programa nacional de alimentação escolar e do perfil nutricional de estudantes do ensino fundamental no município de Realeza – PR”, coordenado pela Profa. Dra. Rozane Toso Bleil, busca fazer uma pesquisa sobre como anda a alimentação nas escolas públicas municipais. Estão sendo analisadas aproximadamente 1000 crianças da rede pública municipal, com faixa etária entre 6 e 10 anos de idade.

 Acadêmicas durante a coleta de dados.

Conversando com o Comunica, a professora Rozane falou um pouco sobre o projeto: “o mais interessante disso tudo é que vamos monitorar o estado nutricional dessa população, que são de grupos vulneráveis (crianças em geral). É importante, pois identificaremos os problemas - se os tiverem - e os maiores problemas nutricionais do grupo.”

Este projeto é divido em 3 subprojetos. O primeiro, denominado “perfil socioeconômico e antropométrico de escolares”, tem o objetivo de medir e pesar os alunos. O bolsista do projeto, Gabriel Bonatto, em conversa com o Comunica, contou como é feita a coleta dos dados: “Após a coleta destes dados será feito o cálculo do IMC (Índice de massa corporal) e relação Peso/Idade destes alunos, assim descobrindo quantos alunos possuem problemas de peso e altura relacionado à nutrição. Além da pesagem e medição dos alunos, será realizado um questionário socioeconômico com as famílias para verificar se os resultados obtidos anteriormente têm relação com a situação socioeconômica destes alunos”.


“Acho curiosa a nossa relação de pesquisadores
com os alunos da rede municipal. Alguns
 se mostram muito à vontade em serem medidos e
pesados, enquanto outros são mais tímidos.” -
 Gabriel Bonatto ao Comunica.

O segundo subprojeto, denominado “qualidade nutricional da alimentação oferecida nas escolas”, visa saber como está a situação da merenda escolar das escolas: se está sendo uma alimentação balanceada, saudável e de qualidade. Isso será feito porque ela é indispensável para o bom desempenho do estudante. As escolas devem oferecer uma alimentação de qualidade em todos os dias letivos.

A acadêmica bolsista, Josiane Hillesheim, contou sobre a primeira impressão obtida com o projeto: “Semana passada realizamos o projeto piloto em 2 escolas do município. Podemos observar que praticamente todos os alunos aderiram à merenda escolar, talvez pelo fato de que, nas duas escolas, por coincidência ou não, a merenda do dia foi cachorro-quente. Avaliaremos esse comportamento dos alunos durante os 8 dias, pois os alimentos serão variados, por exemplo, se for sopa, acredito que a adesão será menor.”

O terceiro subprojeto, “Inserção do tema alimentação e nutrição no currículo das escolas municipais”, analisa como o tema nutrição está envolvido dentro da sala de aula e se os professores o estão abordando corretamente. A bolsista Cristiane Perondi e a voluntária Vanesa Gésser, em entrevista ao Comunica, contaram como os professores demonstram um certo receio no primeiro momento. Muitos deles ficam com medo, pensando que o projeto vem para avaliá-los. Mas, em seguida, percebem que não é esse o intuito do projeto, “acabam pedindo para que a gente volte. Vemos nessas iniciativas um ótimo tema para que se desenvolva um projeto de extensão, pois os professores estão realmente interessados no assunto”, diz Vanesa.

“Tudo isso é muito importante para termos uma noção de como os professores notam a importância do tema, pois é um assunto muito complexo para ser passado aos alunos. Devia ser dada um pouco mais de atenção para a questao nutricional em sala de aula”, finaliza Cristiane Perondi.

A professora Rozane faz um apelo, pedindo, “em especial às famílias, para apoiarem, dando o consentimento aos filhos para participarem da coleta dos dados de peso e de estatura, pois só assim teremos uma avaliação do estado nutricional dessas crianças mais completo, pois esses resultados trarão benefícios à comunidade.”

terça-feira, 24 de maio de 2011

Idade Dourada: eles também querem tecnologia!

Projeto de Extensão da UFFS busca trazer a informática para a vida da melhor idade

Por Will Cândido
Fotos Christiano Castellano/UFFS

O projeto de extensão “Inclusão Digital na Idade Dourada”, coordenado pelos professores Lucimar Fossatti e Anibal Guedes, começou com o pé direito. A primeira aula, ocorrida no dia 18 de Maio de 2011 na UFFS/Realeza, contou com a presença de 14 alunos de faixa etária que variava de 60 a 106 anos de idade.

Alunos durante a abertura do projeto.

Um dos professores responsáveis pelo projeto, Prof. Anibal Guedes, contou ao Comunica que a aula de abertura do projeto foi um tanto quanto interessante. Os alunos ficaram surpresos pelo projeto ser dentro da universidade. Houve uma enorme receptividade de ambas as partes e, para que ocorresse essa recepção, realizaram uma dinâmica de “teia da vida”, momento em que cada um falou um pouco sobre si. “Eles vieram e se sentiram à vontade, não só eles: nós também nos sentimos honrados por termos eles aqui”, conta o professor.

Via-se que, no primeiro momento da aula, muitos alunos já estavam querendo “mexer no computador”. Outros ficaram receosos em tocá-lo, pois disseram que foi o primeiro contato que tiveram com essas máquinas. Alguns desses senhores e senhoras apresentaram dificuldades em mexer no computador, dificuldades motoras, inclusive. Além disso, notou-se que havia entre eles alunos que eram analfabetos e para esses será um desafio muito maior aprender a escrever palavras no computador. Finalizando a conversa, o Prof. Anibal diz que “o projeto vai proporcionar a cada um de nós conhecer melhor a nossa história, ver uma realidade maior, pois nós também faremos parte da terceira idade um dia.”


“Todos têm o direito de acesso ao computador, não apenas
os jovens, mas também a melhor idade!” Prof. Anibal Guedes.

A aula contou ainda com a participação dos colaboradores do campus Realeza: Antônio Myskiw, coordenador acadêmico, Lucas Genz, Analista de Tecnologia e Informação, e da assistente social Aline Scher que, conversando com o Comunica, disse que percebeu a emoção dos alunos pela oportunidade de serem convidados a participar desse projeto. “Esse curso é a primeira iniciativa que conta com este público, mas acredito que futuramente podemos vir a desenvolver mais atividades, tanto artísticas, quanto culturais com eles.” Essa é uma forma de inserção da comunidade no ambiente universitário; é uma interação que a UFFS passa a ter com o público da terceira idade. Encerrando, enfatiza ainda que “como servidora da UFFS, sinto-me muito honrada em receber um público com tamanha experiência, pois temos muito a aprender com eles.”

Entrevistada pelo Comunica, a acadêmica do curso de Ciências e também bolsista do projeto, Mayza Lora, conta que ficou muito surpresa com a reação dos alunos, “eles ficaram maravilhados com a sala de informática, deram parabéns pela iniciativa do projeto. Durante a dinâmica de apresentação, alguns dos alunos começaram a chorar ao contar sobre sua história de vida.”

“Para muitos será um desafio ter que lidar com os computadores,
 mas isso, nós mudaremos com o tempo”, Mayza Lora ao Comunica.

Letras UFFS Chapecó promove I Semana Acadêmica

                                                                                                            Marina Rodrigues/Comunica
Professores da Universidade em um debate sobre gêneros
textuais e ensino de língua portuguesa no Campus Chapecó.
Além da importância acadêmica, eventos como esse proporcionam
uma interação entre o profissionais da área de Letras.
Por Marina Maria Rodrigues

A I Semana Acadêmica de Letras da UFFS, Campus Chapecó, teve duração de três dias (17, 18 e 19 de maio) e contou com palestras, mesas-redondas e uma oficina, abordando temas vinculados ao ensino de línguas e literatura, formação de leitores e com um enfoque maior na atuação dos professores de línguas em sala de aula.

O Curso de Letras do Campus Realeza foi representado pelas acadêmicas Marina Maria Conchy Rodrigues e Patrícia dos Santos, e pelo coordenador do Curso de Letras, professor Clóvis Alencar Butzge, o qual fez parte, no dia 19 de maio, de uma mesa redonda que abordava a temática “gêneros textuais e ensino de língua portuguesa”.

O coordenador de Letras comentou sobre a importância de eventos para debater sobre diversas áreas profissionais: “É fundamental que todos os cursos de graduação, na medida do possível, organizem semanas acadêmicas. É um momento importante para todos, docentes e discentes, debaterem rumos da sua área e ouvir profissionais de outras instituições”.

Além disso, o professor Clóvis comentou sobre a pequena participação do Curso de Letras de Realeza: “Essas semanas acadêmicas são eventos voltados, principalmente, para o público local. São abertas ao público externo, mas geralmente não promovem uma divulgação muito ampla. No caso da Semana Acadêmica de Letras de Chapecó, pelo que observei, o público era composto basicamente pelos alunos do Campus Chapecó”.

A acadêmica de Letras Patrícia dos Santos comentou a importância das iniciativas como essa do Curso de Letras do Campus Chapecó: “É um 'abre-portas' para que outros campus promovam eventos como esse. Ao assistir à mesa redonda sobre gêneros textuais, tive oportunidade de ouvir outras vozes, já que participaram além do meu orientador professor Clóvis, professoras de outros campi”.

O coordenador Clóvis informou que já está sendo organizada a Semana de Letras do Campus Realeza, a qual ocorrerá nos segundo semestre. As professoras Ana Carolina Teixeira Pinto e Sabrina Casagrande são as coordenadoras e estão se empenhando em promover um evento que atenda todas as áreas envolvidas, ou seja, linguística e literatura em língua portuguesa e espanhola.

Espera-se que o evento tenha uma abrangência além da comunidade acadêmica, envolvendo o público externo, possibilitando aos participantes atualizar conhecimentos, interagir em debates e enriquecer sua formação.

“Nada sobre nós, sem nós”

Este é o lema atual de todos os autodefensores que expressa o desejo deles
serem ouvidos e considerados como agentes em seus processos de reabilitação,
educação, inclusão e defesa de direitos.

Por Bruna Madey Dalarosa e Daniela da Rosa

A Autodefensoria surgiu no Movimento Apaeano, adotado em 1991, na Conferência Anual Norte Americana de “People First”, nos Estados Unidos.

Este movimento vem se estruturando no mundo todo, inclusive no Brasil, onde foi realizada pela primeira vez a escolha do casal de autodefensores, em julho de 2001, na cidade de Fortaleza-CE. A segunda foi realizada em julho de 2003, em Bento Gonçalves-RS e a terceira, em novembro de 2005, na cidade de João Pessoa-PB.

Na cidade de Realeza, a Escola de Educação Especial Primavera – APAE implantou no ano de 2010 esse projeto que tem como objetivo ampliar a participação e representação de pessoas com deficiência, escolhendo assim como casal representante: Clevi Rottava e Laurindo Johann.

Ao casal escolhido compete as funções de:

a) Defender os interesses das pessoas com deficiência, sugerindo ações que aperfeiçoem o seu atendimento e participação em todos os segmentos da sociedade;

b) Participar das reuniões da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração opinando sobre assuntos de interesse da pessoa com deficiência;

c) Participar dos eventos promovidos e organizados pelo Movimento APAE;

 Laurindo tem 16 anos e frequenta a APAE e é aluno da
“Oficina Protegida Terapêutica” (educação profissional),
onde realiza trabalhos de montagem e costura de estopas.
É integrante da equipe de futsal da APAE de Realeza.
 Clevi tem 44 anos e frequenta a APAE e é
aluna da “Oficina Protegida Terapêutica” (educação profissional),
onde realiza trabalhos de costura e estampa de camisetas.

Notebooks são disponibilizados aos acadêmicos

Acadêmicos agora contam com notebooks emprestados pela
Universidade para auxiliarem nas atividades estudantis

Por Charline Barbosa

Com o intuito de auxiliar as atividades estudantis dos alunos da UFFS - Universidade Federal da Fronteira Sul –, a partir do primeiro semestre de 2011 está sendo disponibilizado o uso de notebooks institucionais. Para a compreensão das normas de empréstimo destes notebooks, o COMUNICA entrevistou a bibliotecária Simone Padilha.

O empréstimo será feito apenas para alunos que possuem vínculo com a Universidade, podendo ser utilizados nos finais de semana e feriados ou dentro do campus em horário de funcionamento para necessidades pontuais, podendo, também, ser levados para casa durante 24 horas. Apenas um notebook por vez poderá ser emprestado ao usuário. A Universidade conta com 4 máquinas.

Só será realizado o empréstimo mediante a apresentação do número de identificação da biblioteca e de documento oficial com foto do usuário. Para ser efetuado, o aluno deverá fazer a leitura da documentação de aceitação das normas de empréstimo do notebook, seguido da assinatura para documentar a retirada do equipamento da biblioteca. Ao assinar o documento, o aluno estará ciente das normas obrigatórias a serem seguidas e estará sujeito a penalidades caso ocorram incidentes.

O usuário não poderá emprestar este equipamento a outras pessoas, independente de este ser estudante da UFFS. As configurações dos notebooks não devem ser alteradas e os lacres não podem ser removidos. É importante ressaltar que, em caso de alterações do equipamento após o uso, será aberto processo de sindicância que definirá as penalidades a serem aplicadas ao usuário, sendo de suma importância a necessidade de o aluno verificar as condições antes do uso para evitar possíveis complicações. Caso detectado mau funcionamento, deverá ser comunicado ao responsável pelo empréstimo do equipamento.

O período para realização dos empréstimos dos notebooks que serão usados dentro do campus se dará ao início de cada turno, nos seguintes horários: manhã, às 8h; tarde, às 13h; noite, às 18h). Será disponibilizado 1/3 do número total de notebooks da biblioteca. O empréstimo dos notebooks que serão levados para casa será feito às sextas-feiras ou vésperas de feriados, enquanto a devolução do mesmo deverá ser realizada até às 22 horas da segunda-feira ou no primeiro dia útil após o termino do feriado.

A fiscalização é feita através do sistema de gerenciamento de bibliotecas, o Pergamum, que controla a data de empréstimo dos notebooks, data de devolução e bloqueamento do acesso ao serviço de empréstimo de notebooks, caso ocorram infrações.

Os alunos que desejarem fazer a reserva do equipamento podem entrar em contato com a equipe da biblioteca.

Campanha contra o abuso e exploração infantil é realizada em Realeza

Por Jéssica Pauletti

Na data 18 de maio é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Este ano, a campanha tem como lema “Silêncio é crime. Não abuse. Não cale.”, referência essa às pessoas que sabem do que está acontecendo na família, comunidade ou na própria cidade e não denunciam.

Entre outros objetivos, a campanha busca a efetivação do que aponta o artigo 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente: “É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta propriedade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e a à convivência familiar e comunitária”.

O que é abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes?

O abuso é a situação na qual esses indivíduos são usados para gratificar os desejos sexuais de um adulto, ou pessoa mais velha, baseado em relação de poder com o outro que inclui desde carícias, manipulação genital e ato sexual com ou sem penetração. E a exploração é o meio pelo qual alguém obtém lucro financeiro por meio da prostituição de outra pessoa, seja em troca de favores sexuais, incentivo à prostituição, promoção da pornografia infantil ou turismo sexual.

Campanha em Realeza

No intuito de contribuir com essa luta, durante a semana, várias instituições do município somaram forças para promover algumas atividades voltadas para discussão e reflexão acerca desse assunto. Os parceiros foram a Prefeitura Municipal de Realeza, a UFFS, o Conselho Tutelar, a Polícia Civil, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Polícia Militar e Vara da Infância e Juventude.

Uma das atividades foi realizada em conjunto com o projeto Cinedebate da UFFS, o qual mudou um pouco sua rotina, apresentando o filme “Anjos do Sol”, do Diretor Rudi Lagemann. O filme demostra o tema em questão de maneira bem realista, especialmente as condições desumanas a que muitas crianças são expostas. A exibição do filme se direcionou a um público-alvo de maiores de 14 anos.

Na terça-feira, dia 17, pela manhã, participaram no cinema da Casa da Cultura, alunos do Colégio Real, e, pela tarde, os estudantes do Colégio Estadual Doze de Novembro puderam prestigiar a sessão. Após a exibição do filme, em ambos os períodos, foi aberto o espaço para discussão dos presentes junto ao professores da UFFS Émerson Martins e Érica Marafon, os quais comandaram os trabalhos.

O Comunica esteve no local e percebeu a grande participação de alunos e professores interessados em, de alguma forma, colaborar com aquele momento de aprendizagem. O estudante Leonardo Rodrigues dos Santos, da 2ª série do Ensino Médio, do Colégio Doze de Novembro, nos contou que o filme exibido deveria ser mostrado a todos, por levar a uma reflexão, sendo um exemplo do que deve ser evitado na sociedade. Ele acredita que o momento da discussão é muito proveitoso, pois “ é o espaço de expressar os pensamento e compartilhar com os outros”.

Para o aluno Leonardo, o abuso ou exploração é algo se caracteriza por uma ação do ser humano violentando a sua espécie e, o que é mais triste ainda, existirem cúmplices que não falam nada diante dessa situação. Ele ainda afirma que foi a primeira vez que participou do Cinedebate e espera voltar mais vezes para discutir outras questões.

Na noite do mesmo dia, outra programação foi realizada, se tratou de uma palestra no andar superior da Casa da Cultura, a qual foi proferida pela Promotora Fernanda da Silva Soares e pelo Juiz de Direito Alexandre Moreira Van Der Brocke, esse encontro foi dirigido aos pais e responsáveis das crianças e adolescentes de Realeza.

No dia 18, pela parte da manhã, houve uma parada na rotatória central da cidade, das 8h30 às 10h30. Na oportunidade, algumas crianças e adolescentes, junto com membros das entidades parceiras, estiveram entregando panfletos aos motoristas e pessoas que nesse caminho trafegavam. O acadêmico da UFFS, Willian Cândido, participou dessa manhã de campanha, ele falou ao Comunica que essa é uma das maneiras de conscientizar a população realezense de que o abuso e a exploração sexual estão muitos próximos e na maioria das vezes isso não é visto. Ele ainda destaca que a população acha que essa situação não ocorre na região, imaginado ser coisa de grandes centros urbanos, o que não é verídico.

                                                                                                                                  Foto Sul Color
Crianças e adultos reunidos na entrega de panfletos da
campanha contra oabuso e a a exploração infantil.

O Comunica também procurou conversar com a psicóloga Litiara Kohl Dors, que estava presente na organização das atividades. Por estar mais envolvida com o cotidiano das famílias realezenses, ela percebe que existem muitos casos em Realeza. Segundo ela, na maioria das vezes, a ação ocorre na própria família, e que isso não é denunciado, devido ao medo da desestruturação familiar, perda do companheiro, entre outras coisas.

Ela frisa que o principal objetivo da campanha foi fazer as pessoas se sentirem mais responsáveis pela proteção das crianças e adolescente: “É necessário que todos, ao verem ou perceberem alguma situação de abuso ou exploração, denunciem a algum órgão responsável para que medidas sejam tomadas diante do fato”.

Direitos dos estudantes

Estão em vigor portarias que auxiliam os acadêmicos na participação em atividades fora da UFFS

Por Vanessa Pagno

Para os acadêmicos, é de extrema importância estar informado sobre as possibilidades de auxílio que a universidade em que estudam tem a lhes oferecer, visando melhores condições de prosseguir na vida acadêmica. Com o objetivo de auxiliar os acadêmicos da UFFS, foram publicadas duas novas portarias no ano de 2011. Uma delas ajuda em todas as despesas que os estudantes possam ter em eventos para a apresentação de trabalho acadêmico, fora da própria instituição. A outra contribui nas despesas com alimentação em atividades realizadas pelos universitários, em municípios fora da cidade.

Conforme consta nas duas portarias, estes auxílios foram criados "para poder contribuir na qualidade da formação dos estudantes da UFFS, sendo que o crédito necessário ao atendimento das despesas fica por conta do orçamento da universidade".

Auxílio à participação de discentes em eventos científicos

A portaria de número 256 (PORTARIA Nº 256/GR/UFFS/2011) entrou em vigor no dia 18 de março de 2011, estabelecendo os critérios e as orientações referentes à concessão de apoio financeiro aos discentes, para apresentações de trabalho em eventos acadêmicos, em localidade fora do município em que estuda, em território nacional ou em países integrantes do MERCOSUL.

Este apoio ocorre mediante auxílio financeiro, que pode ser usado para a compra de passagens, pagamento de hospedagem, de inscrição no evento e de alimentação, sendo que cada estudante pode ser contemplado com o benefício apenas uma vez por ano.

Para encaminhar solicitação de auxílio, o aluno deve reunir os documentos descritos abaixo, no item Como receber os auxílios?. É necessário que o colegiado do curso ao qual o estudante está vinculado aprove a sua participação no evento requerido. O colegiado deve destacar a importância dessa participação no âmbito da área de formação do estudante.

Para a análise das solicitações, a Diretoria de Assuntos Estudantis (DAE) levará em conta: a previsão detalhada de gastos, o caráter de abrangência do evento e a indicação do colegiado. O Setor de Assuntos Estudantis (SAE) tem o prazo de dez dias para divulgar o resultado da solicitação.

Se o estudante for apoiado pela portaria, ele deve usar a logomarca da UFFS na apresentação de seu trabalho, seguindo o Manual de Identidade da UFFS, sendo que, no campus de Realeza, o responsável por isso é o técnico Christiano Castellano.

Após o término do evento, o estudante contemplado tem o prazo de até cinco dias úteis para comprovar sua participação no evento (por meio de atestado ou declaração de participação em seu nome), além de comprovar, também, as despesas com passagens, inscrição no evento, hospedagem e/ou alimentação.

Auxílio Alimentação para discentes em atividades acadêmicas em municípios fora do campus em que estão matriculados. .

Constantemente, os alunos se deslocam para outras cidades para participarem de atividades em laboratórios, que ainda não estão disponíveis na UFFS, ou atividades que são de interesse para a ampliação dos conhecimentos teóricos e práticos dos alunos. A fim de auxiliar os acadêmicos nestas atividades, entrou em vigor a portaria de número 372 (PORTARIA Nº 372/GR/UFFS/2011), publicada no dia 10 de maio de 2011. Nela são definidos os critérios para a disponibilização de auxílio alimentação aos acadêmicos, nas suas atividades realizadas em municípios fora do campus em que está matriculado.

Para que os alunos possam receber este auxílio, o docente responsável pela atividade deve encaminhar ao SAE, com dez dias de antecedência da realização da atividade, o formulário de solicitação preenchido, juntamente com a descrição das atividades a serem realizadas, além de informações sobre os dados bancários dos alunos.

Após a realização da atividade, é necessário apresentar documentos que comprovem as despesas. É importante destacar a responsabilidade de cada aluno na comprovação dessas despesas. Para isso, o estudante deve apresentar nota contendo seu nome completo e CPF, em até cinco dias úteis, após a realização da atividade.

O que vale para as duas portarias

De acordo com o texto presente nas duas portarias, caso o aluno não apresente os documentos comprobatórios da participação nos eventos acadêmicos ou nas atividades fora da UFFS, ele ficará impossibilitado de se candidatar a outros benefícios da DAE. Além disso, "caso o valor das despesas seja inferior ao valor do auxílio, o estudante deve ressarcir a diferença mediante pagamento de Guia de Recolhimento da União (GRU) em nome da UFFS". Tal guia será emitida pelo SAE do campus, sendo que o prazo de entrega do recibo será até o 15º dia do mês seguinte.De acordo com o texto presente nas duas portarias, caso o aluno não apresente os documentos comprobatórios da participação nos eventos acadêmicos ou nas atividades fora da UFFS, ele ficará impossibilitado de se candidatar a outros benefícios da DAE. Além disso, "caso o valor das despesas seja inferior ao valor do auxílio, o estudante deve ressarcir a diferença mediante pagamento de Guia de Recolhimento da União (GRU) em nome da UFFS". Tal guia será emitida pelo SAE do campus, sendo que o prazo de entrega do recibo será até o 15º dia do mês seguinte.

O texto da portaria ainda acrescenta que a contemplação com quaisquer dos auxílios não é válida para justificar ausência em compromissos acadêmicos de ensino. As portarias estão disponíveis no site da UFFS, para quem tiver maior interesse no assunto, basta entrar no link a seguir:

http://www.uffs.edu.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=140&Itemid=764

Como receber os auxílios?

Auxílio evento

Para receber este auxílio, os estudantes devem apresentar os seguintes documentos, até trinta dias antes da data do evento:

1. Requerimento preenchido e assinado pelo estudante (Anexo I da portaria);

2. Previsão detalhada de gastos com inscrição, deslocamento, hospedagem e alimentação;

3. Cópia do cartão bancário ou do comprovante de abertura de conta que contenha número da conta, agência e banco para depósito ;

4. Atestado de Frequência emitido pela Secretaria Acadêmica;

5. Comprovante do evento (Site do evento, folder, cartaz, entre outros) constando o título do evento, data, cidade e programação;

6. Cópia de documento de aceite para apresentação do trabalho expedido pela coordenação do evento;

7. Cópia impressa do trabalho a ser apresentado no evento;

8. Ata de reunião do Colegiado com a recomendação de participação.

Auxílio alimentação

A solicitação do auxílio fica a cargo do docente responsável pela atividade, no entanto, o aluno tem a responsabilidade de apresentar a nota, comprovando as despesas. A solicitação do auxílio fica a cargo do docente responsável pela atividade, no entanto, o aluno tem a responsabilidade de apresentar a nota, comprovando as despesas.

Importante: é importante ficar atento aos prazos e à documentação, já que não serão aceitas solicitações fora do período exigido ou com documentação incompleta.: é importante ficar atento aos prazos e à documentação, já que não serão aceitas solicitações fora do período exigido ou com documentação incompleta.


Educação e Diversidade, um passo à frente para as Licenciaturas

Por Jéssica Pauletti e Will Cândido

Neste semestre, os acadêmicos da terceira fase do Curso de Licenciatura em Ciências da UFFS – campus Realeza - estão participando de aulas aos sábados com a disciplina de Educação e Diversidade, ministrada pela Prof. Dra. Neide Cardoso de Moura. As aulas acontecem uma vez por mês, pela manhã, momento em que são abordados temas variados, desde os diversos tipos de preconceitos, a questão da identidade, da violência simbólica até dos gêneros (masculino e feminino).

A aula do último sábado, dia 14 de maio, teve a participação do Prof. Ms. Emerson Martins, o qual, juntamente com a Prof. Neide, trabalhou a questão de gênero, sexualidade e raça no contexto escolar.

O encontro foi iniciado com a realização de uma dinâmica lúdica com brinquedos trazidos pelos próprios acadêmicos, sendo que 4 meninas e 4 meninos foram voluntários nesta brincadeira. A ideia foi inverter o papel, pegando os brinquedos das meninas e entregando aos meninos para que eles pudessem brincar e vice-versa. Apesar do pouco tempo em que estiveram com os brinquedos, os dois grupos, mesmo tentando brincar, não conseguiam fazer aquilo de uma maneira tão prazerosa como se estivessem com os seus próprios brinquedos.

                                                                                                        Pâmela Koerich Ciências/UFFS.
Acadêmicos durante a gincana de “inversão de papéis”


Após alguns minutos de brincadeira, abriu-se a discussão entre os presentes, na tentativa de entender a forma como um simples brinquedo influência na identidade das crianças, e como o modelo do brinquedo se adapta ao gênero. Isso se apresenta como quase que um “tabu” na sociedade, na qual meninos e meninas têm os seus devidos brinquedos e se acaso o gosto infantil não for este os pais provavelmente vão imaginar que há algo de errado com a criança.

A professora Neide conta ao Comunica o quanto é importante para os futuros docentes da UFFS estarem tendo essa proximidade com a questão dos gêneros. Ela afirma que “para a formação docente é imprescindível trabalhar a questão das diferenças humanas numa tentativa de atenuar a barbárie que assola as escolas brasileiras.” Ela ainda ressalta que, tendo em vista as diferentes discriminações com que nos deparamos na atualidade, aprofundar o conhecimento sobre gênero possibilita-nos uma abertura do diálogo humano sobre as diferenças em questão.

A sexualidade, na divergência ou aproximação de homens e mulheres, foi um dos temas bastante debatidos na aula. A imposição de que homens e mulheres devem ser entendidos como o casal ideal para a sociedade e o preconceito entre homossexuais é muito forte, e são aspectos que possibilitam ferir a dignidade do próximo sem um argumento plausível de entendimento. “Ser homem e ser mulher não é uma construção instintiva e, sim, uma construção de nossas cabeças”, disse a Profa. Neide durante a aula.

Em conversa ao Comunica, o professor Emerson nos explica que gêneros e sexualidade são temas que as pessoas não discutem e, quando discutem, levam mais para a ideia de educação sexual, especialmente relacionando a saúde, DST’s, prevenções, gravidez precoce, entre outras. Enfatiza ainda que “as pessoas não sabem falar de outro assunto, em um sentido mais amplo. A tentativa de hoje não é dizer o que é certo ou o que é errado. Vocês, futuros professores, devem ficar mais atentos, prestar mais atenção nas questões de como o professor pode ser ‘violento’, mesmo sem perceber.”

Para os acadêmicos das áreas das Licenciaturas e, principalmente, na figura de futuros docentes, isso é algo que não pode, de maneira alguma, passar despercebido. É importante analisar, além de estudar os fatos e as questões envolvidas no assunto dos gêneros, uma vez que esses temas influenciam tanto na vida escolar quanto na vida social dos estudantes. O professor necessita considerar todas as diferenças, pois o respeito à diversidade é algo que precisa ser muito bem debatido. As pessoas têm que perceber o quanto o preconceito é errado e pode contribuir para um indivíduo mais oprimido na sociedade.

Tarzan em terras realezenses


Por Maria Eduarda Collaço

No sábado, dia 7 de maio, véspera de dia das mães, no palco da Casa da Cultura de Realeza, aconteceu o musical Tarzan. O espetáculo, que durou aproximadamente uma hora, contou com um elenco composto por 98 crianças, todas oriundas do Centro Juvenil Ludovico Redini e do Centro Educacional Menino Jesus.

O musical conta a história de Tarzan, um menino que perdeu os pais numa ilha e foi criado por macacos, praticamente se tornando um deles. Quando adulto, uma bela jovem inglesa aparece em sua ilha. Com isso, ele descobre o amor de sua vida e suas semelhanças com a inesperada mulher. Assim, vivem juntos e felizes para sempre.

Contendo números de danças, diálogos e músicas, além de utilizar efeitos de luzes, o espetáculo surpreendeu a todos, inclusive ao acadêmico da UFFS, Jeroldi Hiroki. Conversando com o Comunica, comenta que o espetáculo foi extremamente divertido, com muitas coreografias e jogos de luzes gerando efeitos de selva.

Destinado principalmente para crianças, o espetáculo abrangeu também os públicos jovem, adulto e idoso, constituídos, em sua maioria, pelos familiares dos pequenos atores. E, para a surpresa de todos, foi a primeira vez que o Teatro da Casa da Cultura teve lotação máxima, com mais de 500 pessoas.

A ideia do evento começou pelo desejo das professoras de circo, Cris Carvalho e Bruna, de fazer algo inédito para a comunidade de Realeza. Conseguiram, então, organizá-lo em apenas dois meses, sendo um grande desafio. O evento pôde ser realizado graças ao apoio do Centro Juvenil, da Escola Menino Jesus, da Prefeitura Municipal e da professora de teatro Francielly Adames.

A professora Francielly, que esteve presente em todos os ensaios, comentou o quão difícil foi para todos o desenvolvimento do musical. Isso se deu pelo pouco tempo que tiveram para os ensaios e pela dificuldade de trabalho com um grande grupo de estudantes de diferentes faixas etárias.

Além de deixar orgulhosos seus pais e professores, os alunos igualmente se envaideceram do resultado positivo de seu trabalho. Esperamos pelo próximo magnífico espetáculo.

DE CARA NA UFFS

                                                                                                                         Arquivo pessoal


Por Will Cândido

Nome: Geciele Caroline Schuster.

Idade: 17 anos.

Acadêmica da primeira fase do Curso de Licenciatura em Ciências – Biologia, Física e Química, da UFFS/Realeza.

Relacionamento: Namorando

Uma frase: “Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que com frequência poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar”. (Shakespeare)

Uma Música: Friends – Led Zeppelin

Um Livro: Feliz Ano Velho – Marcelo Rubens Paiva

Um filme: Sete Vidas

Um ídolo: Cazuza

Um hobby: Assistir Filmes

Vem de: Planalto

Uma Palavra: Honestidade

O melhor da UFFS: “É o povo. São muito gente boa!”

Por que a UFFS?
Por acreditar na qualidade do ensino de uma universidade federal, o qual me possibilitará ter uma melhor formação profissional.

O que está achando da UFFS?
 Possui professores com uma excelente formação, e sua estrutura, com certeza, melhorará.